A saúde das mães (parte 1)

Material produzido pela Rádio Rural Internacional em 1° de março de 2008, como parte do pacote de informações n° 83.

Original em inglês disponível em: http://scripts.farmradio.fm/radio-resource-packs/package-83/maternal-health-part-one/.


Observações para as emissoras:

Na maior parte das comunidades rurais de Gana, as mulheres são consideradas parte do patrimônio do marido, mão de obra na fazenda e servidoras domésticas, em vez de serem parceiras em iguais condições que deveriam participar ativamente de todas as decisões que afetam a família. A posição subordinada da mulher é adicionalmente reforçada pelo dote da noiva, que o marido paga para os pais dela.

As mulheres não se envolvem na tomada de decisões, mesmo em questões importantes como a necessidade de economizar dinheiro para as consultas médicas pré e pós-natal. Quando ocorrem complicações, antes, durante ou depois do parto, a mulher frequentemente é relegada ao seu próprio destino. Esta é uma das razões pelas quais as taxas de mortalidade infantil e das mães são tão desnecessariamente altas nessa parte do mundo.

Para atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, especialmente na área de redução da mortalidade infantil e melhoria da saúde das mães, forte defesa da remoção de todas essas barreiras culturais para o bem-estar das mães será necessária.

Como sempre, tente adaptar o roteiro à sua situação local. Quais são os valores comunitários sobre o parto e o nascimento de crianças entre a sua audiência? Homens e mulheres discutem esses assuntos e fazem planos juntos? Existem diferenças de opiniões sobre essas questões na sua comunidade? O que aconselham os profissionais de saúde da sua região? As clínicas médicas e as parteiras tradicionais podem trabalhar juntas? Você poderá fazer um programa de chamadas telefônicas sobre essas questões ou até conduzir uma mesa redonda de discussão entre os ouvintes com opiniões diferentes.

Esta é a primeira parte de um radioteatro em dois episódios. Na primeira parte, são apresentados o ambiente e alguns dos personagens principais. Na segunda parte do radioteatro, a ação se desenvolve e atinge uma conclusão. Recomenda-se que estes dois roteiros sejam apresentados de forma contínua ou em dois dias sucessivos. Você poderá querer anunciar o radioteatro com um anúncio curto ou “chamada”, que oferece uma rápida descrição do radioteatro ou uma gravação curta, para chamar a atenção dos ouvintes.


Roteiro:

Personagens:

  1. Meeri
  2. Haduong (duas amigas casadas no mesmo clã, o clã Buwa)

Ambiente: comunidade rural.

Cena 1 – Fofocas no caminho para o poço da aldeia.

Antecedentes para a Cena 1:

É a estação seca e duas mulheres em uma comunidade rural hipotética estão a caminho de um poço a 3 km de distância para recolher água. O clã ao qual pertence a comunidade é exógamo, o que significa que os homens do clã escolhem suas esposas de outros clãs. Normalmente, o futuro noivo, depois de enviar bebidas e nozes de cola para a família da noiva, organiza-se para fugir com ela para a casa dele. Quando uma nova noiva chega à comunidade, promove-se uma dança para dar as boas vindas a ela e em homenagem ao noivo.

Na cena 1, uma nova noiva acabou de ser trazida para a comunidade por meio de fuga e é desse evento que as duas mulheres estão falando. O clã é também polígamo e as esposas geralmente são tratadas como bens ou propriedade.

Sobe vinheta. Permanece por dez segundos e desaparece.

Mulher ululando (duas sequências sucessivas). Diminui.

Hadoung: (alarmada) O que você pretende, mulher?

Meeri: (provocando) Por quê? Você está com medo?

Hadoung: (firmemente) Você com certeza sabe que cada ululação serve a um propósito definido nesta comunidade e não pode haver abusos.

Meeri: Sim, claro que eu sei que, quando um caçador mata uma fera como um leão ou leopardo com arco e flecha, essa proeza é saudada com ululações.

Hadoung: Isso mesmo! É a tradição. E o que mais?

Meeri: As ululações anunciam a chegada de um bebê recém-nascido.

Hadoung: Sim, também. E?

Meeri: E, em terceiro lugar, quando uma dança cerimonial chega ao máximo, a ululação vem com a excitação.

Hadoung: (divertida) Como a dança dos noivos que nos aguarda a todo momento – e precisamos dançar, querendo ou não. Você já acabou?

Meeri: Não! Por último, a ululação anuncia a fuga de uma noiva para a comunidade. Que é a nossa situação agora.

Hadoung: Como aconteceu com você e comigo depois da nossa fuga, anos atrás. Eu lembro que fui tratada como uma rainha naquele dia, sentei no meu trono, com os pés em uma bacia e coberta de pó branco como um fantasma. Eles homenageiam você por um dia com a dança da futura mamãe, a mãe de um ancestral valoroso esperando a oportunidade de reencarnar para a continuidade do clã (as duas riem).

Meeri: Não é uma tragédia que, apesar do nosso papel sagrado de mães do clã, nós sejamos tratadas como nada mais do que propriedades e mão de obra para a fazenda?

Hadoung: Agora, sério, Meeri, em qual desses contextos você fez aquela ululação que poderia irritar toda a comunidade?

Meeri: Não se preocupe. Eles estão ocupados demais preparando a dança nupcial para ouvir a ululação. Mesmo se eles me ouvissem, provavelmente associariam aquilo à nova fuga, que é a notícia do momento. Mesmo assim, eu ainda teria uma saída. Quando se entra em um problema, é preciso encontrar uma forma de sair dele.

Hadoung: (provocando) Sim, isso é inteligente, Meeri.

Meeri: A inteligência é essencial para a autopreservação. Deus fecha uma porta, mas abre uma janela (pausa). Já pegamos água suficiente para encher nossas vasilhas. Vamos correr para casa.

Som intermitente de água sendo recolhida da fonte para encher um recipiente.

Hadoung: (animada) Corra, Meeri. Ouça! O que é isso que estamos ouvindo?

Sobe música para dançar sob as vozes.

Meeri: (também animada) A dança começou; a dança nupcial que dá as boas vindas a todas as noivas que fugiram para a nossa comunidade.

Hadoung: O que vem depois da festa de boas vindas? A noiva vira uma máquina de sexo, propriedade pessoal do noivo, um espantalho, trabalhadora da fazenda; condenada a juntar-se a nós, que não temos voz.

Meeri: Vamos deixar o tempo cuidar disso. Ela poderá ter um destino melhor que você e eu. Mas, por enquanto, precisamos correr para casa dançar.

Música para dançar sobe, permanece por um minuto e meio e desaparece.


Cena 2 – a necessidade de economizar dinheiro para a assistência pré e pós-natal.

Personagens:

  1. Tontie (homem jovem recém-casado).
  2. Azuma (esposa recém-casada de Tontie).
  3. Halosu (mãe de Tontie, sogra de Azuma).
  4. Membro do conselho.
  5. Primeiro vizinho (homem).
  6. Segundo vizinho (homem).

Ambiente: comunidade rural.

Antecedentes da Cena 2 e sinopse da ação:

O povo do clã de Buwa respeita papéis específicos dos gêneros. Tarefas como bater em um pilão, moer em pedras, recolher água e coletar lenha são consideradas tarefas femininas. Homens vistos desempenhando qualquer uma das tarefas acima são ridicularizados como estando amarrados à saia da sua esposa. É por isso que Halosu, ao cruzar com seu filho moendo mandioca, fica descontente. Ela soa o alarme, atraindo vizinhos para a cena. O membro do conselho da região aproxima-se para acalmar a situação e aproveita a oportunidade para aconselhar Tontie e sua esposa Azuma a economizar dinheiro para preparar-se para as necessidades da maternidade. Ao final do radioteatro, Azuma vomita, o que é um dos sintomas do início da gravidez.

Ruído de moer mandioca por dez segundos, que diminui sob a voz de Halosu.

Halosu: Ah! Que cheiro bom é esse? Algum cozido cheiroso em algum lugar, provocando minhas narinas. Deve ser de onde vem o som do moinho. Meus ouvidos e meu nariz estão funcionando bem e me levando para a fonte do alimento. Hmm, tenho água na boca! (Chegando pelo aroma à cozinha, Halosu encontra seu filho moendo mandioca enqanto sua nora está sentada em um banquinho, amassando a mandioca em um pilão; o costume tradicional é olhar com desconfiança um homem moendo; ela exclama) Ei! O que estou vendo aqui?

Azuma: (alegre) Minha sogra! A sra. chegou na hora da sua porção. O fufu está pronto. E já vai para a sua barriga!

Tontie: (em voz hesitante, esperando a raiva da sua mãe) Com uma sopa maravilhosa para acompanhar!

Halosu: (com raiva) Não fale comigo!

O som de moer desaparece.

Azuma: Quem? Eu?

Halosu: (anunciando em voz alta) Senhoras e senhores, vizinhos da nossa comunidade de Bowa, venham assistir à abominação do século! Meu filho Tontie e sua esposa recém-casada, Azuma, trocaram de sexo! Ele agora é a mulher que mói a mandioca e ela é o homem que dirige os negócios da cozinha. Oh! Oh! Oh! Oh! Vejam vocês mesmos!

Azuma: (surpresa e preocupada) O que pretende nossa mãe, meu marido?

Tontie: (em um sussurro suplicante) Mãe, o que fizemos para merecer essa humilhação? Eu sei que o nosso clã considera a moagem e coleta de lenha como tarefas femininas, mas a sra., minha mãe biológica, farejou que eu estava fazendo o contrário. Por que a sra. me trai assim?

Multidão barulhenta. Diminui sob o diálogo a seguir.

Primeiro vizinho: O que está acontecendo nesta cozinha? Eu vi as pessoas correndo nesta direção.

Segundo vizinho: Eu também vim para cá por curiosidade, mesmo sabendo que é perigoso seguir uma multidão. (Sussurrando) Mas veja você mesmo. A mãe pegou Tontie com as calças arriadas, moendo mandioca para a esposa dele. Ela ficou maluca porque a sua nora está submetendo o seu filho ao que ela acha que é tarefa das mulheres.

Primeiro vizinho: (afetivamente) A velha senhora tem toda razão. Veja como este é um mau precedente. Logo as nossas esposas vão começar a nos dar ordens. Você vai precisar não só moer mandioca e milho cantarolando – você vai precisar ir buscar lenha no bosque (os dois riem).

Segundo vizinho: Bobagem! Deus nos livre!

Membro do conselho: Meus queridos pais, mães, irmãos e irmãs, é no bom espírito da comunidade que respondemos espontaneamente aos alarmes. Mas este alarme específico não é um chamado de socorro. É uma pequena questão doméstica, que necessita de solução exclusiva da família. Se vocês não se importam, sugiro que vocês retornem às suas atividades e deixem o resto comigo.

Ruído de murmúrios da multidão.

Multidão: Muito bem! Parabéns! Muito bom!

Ruídos de murmúrio da multidão diminuem. O membro do conselho, Halosu, Tontie e Azuma são deixados sozinhos, com Azuma e Tontie chorando. O choro diminui sob a narração.

Membro do conselho: Agora, vocês. Halosu, minha boa amiga, estes dois são seu filho e sua nora. Devido ao conflito de gerações, os mais jovens e os vizinhos mais velhos às vezes não se entendem. Mas isso não deve ser motivo de lágrimas, como estou vendo aqui. As lágrimas exibem não apenas preocupação, mas também procuram soluções.

Aumenta o choro.

Membro do conselho: Vocês dois precisam saber que o diálogo resolve melhor os mal-entendidos que as lágrimas. Seja o homem que a sua mãe quer fazer de você, Tontie! Você sabe que o choro não é uma característica dos homens de Buwa. A sua esposa provou ser mais firme. Ela é que deveria estar em prantos.

Halosu: Você pode ver claramente a mulher dentro dele! Inacreditável!

Tontie: (aumenta a crise de choro, misturada com muita raiva) Ela nos traiu! Ela nos lançou às bruxas! Por que a sra. fez isso conosco? Mãe!

Membro do conselho: Eu não esperava isso de você, Tontie. Acalme-se e deixe o dia trabalhar para nós. As bruxas trabalham à noite. Se vocês acertarem suas diferenças de dia, elas não terão razão para vir à noite.

O choro diminui.

Tontie: O sr. não me aconselhou, na noite em que toda a comunidade dançou para dar as boas vindas à minha esposa, que o casamento não é baseado em um relacionamento meio a meio? O sr. se lembra disso?

Membro do conselho: Claro que sim.

Tontie: E que cada cônjuge deve estar disposto a dar 97% dos seus direitos para o outro?

Membro do conselho: Se os cônjuges não estiverem dispostos a mostrar flexibilidade uns aos outros, o casamento não se mantém.

Tontie: O sr. disse que, em qualquer relacionamento íntimo como o casamento, deve haver compartilhamento de responsabilidades.

Membro do conselho: E de capacidades.

Tontie: (murmurando, baixinho) Eu queria que a minha mãe estivesse conosco naquele dia para ouvir o seu conselho.

Membro do conselho: Espere um pouco, meu irmão, e vamos ouvir também a sua esposa. Sim, Azuma, os dias em que as mulheres não tinham voz já passaram. A atitude dominante dos homens precisa mudar e eles precisam trazer também as mulheres para os processos de tomada de decisões.

Azuma: O seu conselho disse tudo. Orientados por ele, nós dividimos a responsabilidade de moer a mandioca, cada um de acordo com a sua capacidade, para toda a família. O meu marido tem força para moer e eu tenho o conhecimento de moldar o resultado no pilão. Qual das duas tarefas é a mais perigosa? (mudança súbita de humor para raiva) E se o pilão amassasse os meus dedos? Eu só teria uma mão para o resto da minha vida. Como eu viveria em uma comunidade como…

Membro do conselho: (cortando) Chega! Vamos ouvir também a mãe.

Halosu: Veja, os jovens dormem a céu aberto na lua nova, contra o meu conselho. (gritando) Eles não conhecem o perigo! Vocês nunca terão um filho enquanto dormirem a céu aberto! Tenham cuidado!

Membro do conselho: Não entorne o caldo, mamãe! Gritar só vai inflamar as paixões aqui. Tudo o que precisamos é a razão para isso, que eu também não sei qual é.

Halosu: Todas as coisas ruins gostam da escuridão. Se eu estiver mentindo, diga!

Membro do conselho: Eu não acho que a sra. esteja mentindo.

Halosu: Bom. É por isso que as doenças pioram à noite. Se uma mulher ficar dormindo a céu aberto na lua nova, vem um pássaro malvado que voa em silêncio pelo céu na calada da noite. Se o pássaro malvado voar sobre uma mulher grávida, a gravidez desaparece!

Os outros três: (em coro) Oooooooh!

Halosu: É pior se a mulher grávida estiver deitada para cima, com o ventre para o céu.

Os outros três: (outra vez em coro) Oooooooh!

Halosu: Vocês estão zombando de mim?

Os outros três: Não. Por que faríamos isso?

Membro do conselho: Mamãe, para ser franco, eu não acho que o pássaro que a sra. acredita que voa à noite na lua nova evite que as mulheres fiquem grávidas. E acho que, no nosso clima quente nesta época do ano, pode ser mais confortável dormir fora de casa. Mas dormir fora pode aumentar o risco de malária, por isso sempre se recomenda que as mulheres grávidas durmam sob mosquiteiros.

Halosu: Bem, a decisão é de vocês. Quando a doença vier…

Tontie: Vier de onde?

Membro do conselho: Meu amigo, por favor, vá e deixe o assunto comigo. (Halosu sai)

Azuma: Veja bem. A sua comunidade é muito exigente sobre os papéis dos gêneros, mas não sei de nenhuma tarefa que as mulheres possam fazer e os homens não, a não ser pelo papel biológico de carregar um bebê na barriga, que foi dado por Deus.

Membro do conselho: Eu concordo com você, Azuma. Concordo que todos os outros papéis são determinados pela cultura, a não ser o de carregar o bebê na barriga. Preste atenção, Tontie. Não deixe que as pessoas interfiram nos seus assuntos conjugais. Eu temo pelo resultado.

Azuma: O sr. fez bem em aconselhar o meu marido a fazer o que a maioria dos homens não faz nesta comunidade, que é compartilhar as responsabilidades com a esposa. Mas existe ainda um comportamento arraigado que o sr. precisa aconselhar que ele mude para melhor.

Membro do conselho: Eu prometo fazer tudo o que puder para que o seu casamento prospere. Qual comportamento dele precisa mudar?

Azuma: Ele não quer sentar-se comigo para discutir nada sobre o nosso patrimônio comum. Ele toma sozinho decisões que afetam a nós dois. Eu vejo a necessidade de economizar dinheiro para poder fazer visitas médicas regulares antes do nascimento. A necessidade está chegando mais rápido que…

Tontie: (irritado, cortando) Ela quer que eu me sente ao lado dela sempre, como um empregado. Ela fala demais em dinheiro. O que as pessoas vão dizer me vendo na cozinha dela todo o tempo?

Membro do conselho: Ela levantou questões importantes. Não é fácil passar pelos nove meses de gravidez. A gravidez tem necessidades de saúde específicas. Da mesma forma, o parto. Você precisa ter dinheiro na mão para qualquer eventualidade. A assistência médica das mães agora é grátis em Gana, mas vocês precisam separar dinheiro para certos remédios ou materiais que não estejam em estoque no centro de saúde. Também pode haver complicações e ela pode precisar ser levada por transporte de emergência para outro hospital.

Tontie: Mas o sr. sabe que somos pobres nesta comunidade. Nós não temos dinheiro para isso. (Em voz firme, tomando a decisão) Minha mãe é uma parteira tradicional e ela vai cuidar de qualquer emergência.

Membro do conselho: Isso pode não ser sensato. Pode haver complicações. Tontie, mesmo sendo pobres, nós temos os meios de economizar um pouco de vez em quando para atender às necessidades da gravidez e do parto. Você precisa arrumar transporte com antecedência e também comprar material para o parto. A gravidez e o parto são assuntos de família. Por isso, a sua esposa deverá ser participante central das decisões relacionadas aos cuidados com ela.

Azuma: Trabalhar por salário de vez em quando e guardar o dinheiro é uma forma. O nosso algodão também pode dar algum dinheiro na estação de venda. Eu também posso fazer um pouco de manteiga de carité para vender. Com um pouco de dinheiro das sementes, existem muitas atividades geradoras de renda que podemos fazer.

Membro do conselho: O conselho do distrito e algumas organizações não governamentais estão começando alguns programas de redução da pobreza. Eu vou procurar saber quais deles podem ajudar a nossa comunidade.

Tontie: (em voz firme) Eu tomei minha decisão. O parto do bebê será feito pela minha mãe.

Som de Azuma vomitando, diminui sob a voz.

Membro do conselho: Oh, sinto muito, senhora. Tontie, ajude-a se ela cair.

Tontie: Está atrasado?

Azuma: (com dificuldade) S-s-s-sim.

Membro do conselho: Vocês sabem o que isso quer dizer. Não há mais tempo a perder. É hora de começar os preparativos. Comecem já a economizar. Pensem em todas as oportunidades úteis para ganhar dinheiro que ela acabou de falar. Boa sorte! Estou saindo.

Tontie solta um suspiro profundo.


Créditos:

Contribuição de Tennyson Wubonto, Rede de Rádios Comunitárias de Gana.

Revisão: Ellen Brazier, Diretora de Programas para a África de Língua Inglesa, Family Care International.


A Rádio Rural Internacional (Farm Radio International) é uma organização canadense sem fins lucrativos dedicada a apoiar emissoras de rádio em países em desenvolvimento para fortalecer comunidades rurais e a agricultura em escala.

Segundo a organização, o material da Rádio Rural Internacional pode ser copiado ou adaptado para distribuição gratuita ou a preço de custo, com crédito para a Rádio Rural Internacional e para as fontes originais.

Esta versão em português é um trabalho voluntário, independente da organização e oferecido gratuitamente para as emissoras de rádio dos países de língua portuguesa. O texto foi traduzido para o português do Brasil, mas pode ser adaptado com facilidade para o português falado em outras partes do mundo (para dúvidas sobre os termos empregados, utilize o formulário de contato em https://radioruralportugues.wordpress.com/creditos-e-contato/).

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