Terapia nutricional e ocupacional para pessoas que vivem com HIV e AIDS/SIDA

Material produzido pela Rádio Rural Internacional em 1° de abril de 2011, como parte do pacote de informações n° 93.

Original em inglês disponível em: http://scripts.farmradio.fm/radio-resource-packs/package-93-healthy-communities/occupational-and-nutritional-therapy-for-people-living-with-hiv-and-aids/.


Observações para as emissoras:

O Lesoto, antigamente chamado de Basutolândia, é um país montanhoso com surpreendente esplendor natural e um cenário maravilhoso. Ele faz fronteira por todos os lados com a África do Sul e sua população é de cerca de dois milhões de habitantes. Ele tem a maior incidência de HIV do mundo, de 27,7%, mas, como a população é pequena, em números absolutos apenas cerca de meio milhão de pessoas estão infectadas com HIV. Isso resultou em expectativa de vida média muito baixa no Lesoto, de 37 anos. Trabalhadores, especialmente homens, saem frequentemente para trabalhar nas minas sul-africanas e voltam para casa com HIV. Os que não conseguem obter tratamento morrem, deixando para trás viúvas e crianças. Como resultado, existem muitas residências lideradas por crianças.

É bom relatar que as pessoas agora podem buscar tratamento médico e conseguir terapia antirretroviral. O tratamento e as drogas são gratuitos e as pessoas portadoras de HIV agora conseguem viver vidas mais longas e saudáveis. Mas as pessoas que vivem com a doença, especialmente viúvas e crianças, frequentemente sofrem a dupla dor da infecção por HIV e da pobreza. Os recursos são escassos e é difícil conseguir emprego. Para ajudar uns aos outros, as pessoas que vivem com AIDS/SIDA normalmente formam grupos de apoio para lidar com problemas comuns.

O Centro Terapêutico Orgânico e Integrado de Heso é um desses grupos de apoio. Seu propósito é de fortalecer as famílias e as comunidades, utilizando abordagem comunitária prática e holística de cuidado e apoio. O Centro está localizado no meio do Planalto de Thuathe, no Distrito de Berea, de frente para as belas paisagens do Lesoto e as Montanhas de Maluti. Segundo o seu fundador, Malitlallo J. Majara, o centro cresceu até tornar-se autossuficiente e atender não apenas as necessidades das pessoas afetadas pelo HIV, mas também as necessidades nutricionais e ocupacionais das comunidades próximas. Ele oferece ampla variedade de terapias alternativas e complementares para grupos vulneráveis (portadores de HIVou não), incluindo massagens, meditação, exercícios e caminhadas ao ar livre.

Este roteiro é um pequeno radioteatro baseado em uma entrevista real com o fundador e com participantes do Centro Terapêutico Orgânico e Integrado de Heso em outubro de 2010. Também foram realizadas entrevistas informais entre o autor e dois estagiários alemães voluntários que estiveram no Centro por cerca de seis meses. Você poderá utilizar este roteiro como inspiração para pesquisar e escrever um roteiro sobre um tema similar na sua região. Ou você poderá decidir produzir este roteiro na sua emissora, usando radioatores para representar as pessoas. Se o fizer, não se esqueça de dizer aos seus ouvintes no início do programa que as vozes são de atores e não das pessoas originalmente envolvidas nas entrevistas.


Roteiro:

Personagens:

  • Mphana: viúva com trinta anos de idade e mãe de três crianças.
  • Ngopokin: primeiro filho de Mphana, com oito anos de idade, órfão de pai.
  • Mphor: menina, segunda filha de Mphana, com seis anos de idade.
  • Mateboho: filha mais nova de Mphana, com quatro anos de idade.
  • Mputsoe: professora e participante ativa do grupo de apoio de HIV, Maseru.
  • Modise: participante mais velho do seminário sobre geração de renda e as pessoas novas para as drogas contra o HIV.
  • Moshoeshoe: funcionário administrativo do grupo de apoio do qual Mphana participa.

Apresentadora: Olá e bem-vindo ao nosso programa de rádio, Pessoas Comuns. Sou Malepekola Sejane. Vamos apresentar um pequeno radioteatro e começo com um pequeno resumo desse drama da vida real. É a história de Mphana. Mphana é viúva, mãe de três crianças, que recentemente perdeu seu marido devido a uma doença relacionada à AIDS/SIDA. Ela também teve resultado positivo no teste de HIV em uma clínica do governo. Ela começou terapia antirretroviral e sua saúde está progredindo bem. Por sorte, seus três filhos tiveram resultado negativo. O seu principal desafio é a falta de trabalho e sua luta diária para alimentar e pagar as mensalidades escolares dos seus três filhos. Um dia, as coisas mudaram dramaticamente para melhor quando o filho dela chegou em casa com sua professora para cobrar mensalidades escolares em atraso. Foi o marco da apresentação a Mphana de uma rede de pessoas que vivem positivamente com HIV e AIDS-SIDA.

Vinheta de abertura. Diminui e permanece sob o apresentador.

Apresentadora: No episódio de hoje de Pessoas Comuns, vamos examinar uma questão muito sensível que afeta as mulheres na sociedade. Vamos começar com uma pergunta. (Pausa) Como você se sentiria se fosse uma mulher portadora de HIV desempregada e o provedor da sua família morresse? Pense sobre isso. Estaremos de volta em um momento com a história de Mphana e suas colegas. Vamos saber como elas conseguiram superar as dificuldades. Eu permaneço com você, Malepekola Sejane.

Vinheta de abertura sobe e desce

Apresentadora: Voltamos à minha pergunta. O que você faria se fosse uma mulher portadora de HIV, não tivesse emprego e o seu marido morresse, deixando três crianças? Como você lidaria com isso? Bem, esse é o dilema de Mphana, dona de casa com três filhos cujo marido morreu de uma doença relacionada à AIDS/SIDA. Vamos dar uma olhada na vida de Mphana. Vamos ver como ela vem lidando com a vida dois anos depois da morte do seu marido.

Som de mulher cantando uma canção local, colocando lenha na fogueira.

Mateboho: (gritando) Mamãe, estou com fome!

Mphana: (exasperada, tentando firmar sua autoridade) Quieta, Mateboho, e espere a comida ficar pronta! Você não está vendo que o fogo está queimando as minhas mãos? Tome esta espiga de milho. Coma e beba um pouco de água. Tome esta outra e leve para a sua irmã mais velha, Mphor. Não vá comer a espiga dela! Depois, vamos esperar o que Deus nos der. Espere até eu voltar da fazenda.

Mateboho: Mas e se Deus não quiser nos dar nada?

Mphana: (encorajando) Deus fez as bocas – incluindo a sua, Mateboho, a de Ngopokin, a de Mphor e a minha – e com certeza vai alimentar todas elas, minha filha. Sorria para a mamãe! Essa é a minha garota!

Mphor: Mamãe, a sra. tomou os seus remédios? Eu não vi a sra. tomar as pílulas hoje de manhã.

Mphana: (dando um grande abraço na sua filha, escondendo as lágrimas) Meu anjo da guarda, o que eu faria neste mundo sem você? Eu estava ocupada tentando cozinhar alguma coisa para vocês e quase esqueci. Por favor, vá até o quarto e me traga o frasco das pílulas. Obrigada.

Mphana: (convocando seu anjo da guarda) Pegue também um pouco de água, Mphor!

Som de água caindo em um copo, depois som de passos até que Mphor entrega o copo para sua mãe.

Mphana: (engolindo rápido) Obrigada. Agora posso enfrentar meu… (interrompe) Quem está chegando com Ngopokin? Ele não devia estar na escola?

Mphor: (murmurando) Xiii! Isso não é bom. Acho que ele está com a professora dele.

Apresentador: O que aconteceu depois com essa mãe trabalhadora de três crianças? Fique ligado. Estarei de volta depois de um curto intervalo comercial.

Música/anúncios sobem, depois diminuem e desaparecem.

Apresentador: Voltamos a Pessoas Comuns, o seu programa de educação e entretenimento. Antes do intervalo, nós presenciamos os desafios enfrentados por Mphana, viúva mãe de três crianças. Vamos ouvi-la enquanto ela recebe um visitante inesperado.

Som de passos se aproximando.

Mputsoe: (chegando ao microfone) Lumela meh (nota do editor: pronuncia-se “du-me-la meh” e significa “bom dia, senhora”). Como vai?

Mphana: E-e! Eu vou bem. E a senhora? (Nota do editor: e-e é uma gíria comum na cultura basoto; é uma forma respeitosa de responder a uma saudação, uma forma de dizer “ã-hã” ou “sim”.)

Mputsoe: Bem, graças a Deus. Por favor, a sra. é a mãe de Ngopokin?

Mphana: E-e! Sou, sim. Algum problema com o meu garoto?

Mputsoe: Na verdade, não. Eu sou a professora dele. Meu nome é Mputsoe. Devo dizer que o seu filho é brilhante em sala de aula. (Voltando-se rapidamente) Ei, Ngopokin, pare de fazer caretas para as suas irmãs! Mas não é por isso que eu vim aqui falar com a sra. A escola me mandou dizer que ele tem mensalidades escolares vencidas do segundo e do terceiro bimestre. A sra. deve agora 350 lotis de Lesoto para a escola. A escola acha que ele deve ficar em casa até que as mensalidades sejam pagas. Sinto muito; sou só a mensageira.

Mphana: (pausa) Bem, obrigada. Eu sei que ele deve esse valor. Sabe, eu tentei fazer um jardim de plantas para ganhar algum dinheiro. Infelizmente, nós comemos a maior parte. Usei o pouco que consegui vender para comprar as sandálias novas e os livros de exercícios que o sr. vê com ele.

Mputsoe: Sinto muito sobre o falecimento do seu marido. O seu filho me contou sobre as suas dificuldades. Permita-me dizer que temos alguma coisa em comum.

Mphana: (perplexa e ansiosa) O que seria, além do fato de sermos mulheres? (rompante de risada nervosa)

Mputsoe: Sim, isso é verdade. Desculpe se estou invadindo a sua privacidade. Esses frascos de remédios na sua mão parecem exatamente iguais aos meus. Eu também sou portadora de HIV. Faço terapia antirretroviral já há cinco anos. Não estou mal, estou?

Mphana: Interessante. É bom saber disso. Faço tratamento há quase dois anos.

Mputsoe: Acho que nos encontramos na hora certa. Sou líder de um grupo de apoio sobre HIV na aldeia ao lado. Várias de nós, viúvas, temos o mesmo tipo de problemas, como alimentar nossos filhos, vestir-nos e pagar mensalidades escolares. O fardo é pesado, irmã!

Mphana: Você cutucou onde dói mais, irmã. Achei que eu fosse a única sofrendo em silêncio. Todos os meus parentes e os do meu marido me abandonaram e às crianças à nossa sorte.

Mputsoe: Você não está sozinha. Na verdade, nós começamos a formar um grupo de apoio maior que envolve nossas duas aldeias e cinco aldeias vizinhas, todas em volta das Montanhas Maluti. Nós recrutamos mais de quarenta viúvas e vinte mulheres casadas, todas vivendo positivamente com HIV e AIDS/SIDA. Nós trabalhamos com agricultura. Temos uma sociedade cooperativa que dá empréstimos para ajudar os nossos membros. Você quer vir esta tarde ao Centro Heso perto do Cemitério Rei Moshoeshoe, o Grande?

Mphana: E-E! Com todo prazer! Vou chegar à reunião até antes de você.

Sobem instrumentos musicais locais, depois desaparecem.

Apresentadora: Na parte final deste programa, vamos ouvir como Mphana entrou nessa rede de mulheres. Vamos também ouvir como o grupo de apoio melhorou a situação sócio-econômica e o bem estar não só das pessoas que vivem com HIV e AIDS/SIDA, mas também as comunidades vizinhas. Fique conosco.
Sobem instrumentos musicais locais, depois desaparecem.

Mputsoe: Ah, Mphana, minha irmã. Você chegou à reunião antes de mim! Seja bem-vinda! Vamos entrar. Quero que você conheça o funcionáro administrativo que vai fazer o seu registro. É de graça. Depois falamos com as outras participantes.

Mphana: E-e! Ke leboha! (nota do editor: obrigada)

Moshoeshoe: Sente-se, por favor. Para o registro, preciso do seu histórico familiar: nome, estado civil, número de filhos, escolaridade etc. Preciso também do seu histórico médico resumido. Isso será mantido em segredo. Se você puder depois conseguir um relatório médico do seu hospital, seria mais fácil.

Mphana: Para mim, está bem. O problema é que… (envergonhada) eu não tenho dinheiro para pagar o relatório médico.

Moshoeshoe: Não se preocupe. Eu vou dar algum dinheiro dos nossos fundos para cobrir o transporte e o relatório médico. Enquanto isso, você pode escolher a área das nossas atividades para começar. Você pode decidir trabalhar no pomar, no restaurante ou na fazenda orgânica. Ou talvez você pudesse oferecer oficinas ou até ajudar na administração do escritório ou aluguéis.

Mphana: Você disse oferecer oficinas? Não, eu, não. Não consigo ficar em frente a um mar de olhos e falar! Deus sabe que as minhas cordas vocais iriam falhar. (Risos) Eu prefiro tentar a fazenda orgânica. Tenho só o certificado da escola primária.

Moshoeshoe: Está bem. Vamos dar a você um empréstimo bonificado. Você vai ajudar na fazenda orgânica aqui nas nossas instalações. Você pode usar todo o nosso equipamento sem custo. Você paga à organização conforme você ganha. Quando você pagar todo o empréstimo, a produção é toda sua.

Mphana: Só isso?

Moshoeshoe: Só isso! Esta é uma das formas de gerar renda aqui. Nós somos autossuficientes. Não recebemos ajuda de fontes externas. É claro que você pode depois mudar a sua área de especialização, se quiser. Você pode trabalhar na unidade de aluguel, onde pode alugar as acomodações e a sala de conferência por um valor acessível. Você pode também decidir entrar no grupo do pomar ou vender os produtos agrícolas.

Mphana: E sobre trabalhar no restaurante? Eu me orgulho de ser uma ótima cozinheira. Com certeza vou ganhar clientes novos.

Moshoeshoe: (estalando os lábios, percebendo o aroma imaginário de uma refeição deliciosa) Uhmmmmnnnn! Não vejo a hora de provar sua comida! Devo mudar você da fazenda para o restaurante?

Mphana: (calorosamente) Oh, não! A fazenda com certeza é mais lucrativa. Eu planto, colho, vendo um pouco e ganho algum dinheiro para pagar o empréstimo para vocês. Depois fico com um pouco da produção para mim. O que posso pedir mais?

Intervalo musical, que diminui sob mulheres cantando em dialeto local, som de enxadas ao fundo.

Mputsoe: Mphana, você pode me ajudar com aquele balde? Não, o que tem as palhas de milho. Isso! Obrigada. O que você vai fazer agora?

Mphana: Tenho algumas batatas e abóboras para colher. Preciso de um pouco para aqueles monstros famintos que chamo de meus filhos (rindo).

Mputsoe: Graças a Deus não estou sozinha. Não se esqueça do princípio de alimentação balanceada. Sempre podemos deduzir do nosso salário no final do mês.

Mphana: E-e! Ke leboha! (nota do editor: pronuncia-se “Kia-le bo-ha” e significa obrigada)

Mulheres cantam uma canção barulhenta em sesoto. Diminui e permanece sob as pessoas.

Modise: Professora Mputsoe, nós, vinte e dois participantes, terminamos o curso de aconselhamento para as pessoas novas na medicação e o treinamento de geração de renda para homens e mulheres da aldeia. Podemos andar no jardim agora, só para relaxar nossos nervos e respirar ar fresco?

Participante: Ntate Modise, eu não havia estado em uma sala de aula desde o ensino médio. Meu cérebro ficou enferrujado para as aulas! (rindo) Um pouco de oxigênio me faria bem (nota do editor: ntate é uma palavra educada em sesoto para senhor).

Mputsoe: (rindo) Acho que você é preguiçoso e devia andar no pomar para aliviar a tensão e sair da depressão! Os membros do segundo grupo de Leribe e Mohale estão esperando o início da aula deles. Vocês poderiam por favor liberar o salão? Poderiam me responder com “e-e”, por favor?

Todos: E-e-e-e-e!

Vinheta sobe, depois diminui e permanece no fundo.

Apresentadora: O programa de terapia ocupacional do Centro de Heso criou empregos para mais de duzentas pessoas em cinco aldeias. As famílias fizeram mudanças positivas da sua alimentação, aumentaram sua capacidade de ganho, controlaram melhor a sua tensão e adotaram a agricultura como terapia ocupacional. De fato, o Centro construiu o seu próprio salão de conferências com materiais locais. Ele também tem acomodações com cinco camas e mobília moderna, uma instalação de assistência doméstica com unidades para assistência médica das crianças e das mães, fazendas orgânicas, um pomar, um centro de nutrição e mais de dez hectares de terra. Para outras perguntas, entre em contato com o centro pelo telefone +266-58752797.

Vinheta sobe por dois segundos e permanece sob a apresentadora.

Apresentadora: Com isso, encerramos o programa de hoje. Espero que as histórias que você ouviu tenham inspirado você. Fique ligado para o próximo episódio de Pessoas Comuns nesta emissora, no mesmo horário. Boa noite! Sou Malepekola Sejane.

Vinheta sobe e desaparece.


Créditos:

  • Contribuição de Lawrence Wakdet, farmacêutico/agente de saúde pública, Instituto de Virologia Humana, Kano, Nigéria.
  • Revisão: Lynn van Lith, Centro de Programas de Comunicação da Faculdade de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg.

Fontes de informação:

  • The Heso Organic and Integrated Therapeutic Centre, Makujoe, Distrito de Berea, Lesoto, brochura, 2010.
  • Boletim turístico do Reino Montanhoso do Lesoto, Corporação de Desenvolvimento do Turismo do Lesoto, Maseru: www.ltdc.org.ls.
  • Entrevista com Malitlallo J. Majara, fundador, Centro Orgânico e Terapêutico Integrado de Heso, Makujoe, Distrito de Berea, Lesoto, em outubro de 2010.
  • Entrevista com dois estagiários alemães no Centro em outubro de 2010.
  • Conversas informais com o Chefe Administrativo do Centro Orgânico e Terapêutico Integrado de Heso, outubro de 2010.
  • Conversas informais com um participante que cozinha no restaurante, outubro de 2010.

A Rádio Rural Internacional (Farm Radio International) é uma organização canadense sem fins lucrativos dedicada a apoiar emissoras de rádio em países em desenvolvimento para fortalecer comunidades rurais e a agricultura em escala.

Segundo a organização, o material da Rádio Rural Internacional pode ser copiado ou adaptado para distribuição gratuita ou a preço de custo, com crédito para a Rádio Rural Internacional e para as fontes originais.

Esta versão em português é um trabalho voluntário, independente da organização e oferecido gratuitamente para as emissoras de rádio dos países de língua portuguesa. O texto foi traduzido para o português do Brasil, mas pode ser adaptado com facilidade para o português falado em outras partes do mundo (para dúvidas sobre os termos empregados, utilize o formulário de contato em https://radioruralportugues.wordpress.com/creditos-e-contato/).

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s