Cooperativas de arroz trazem prosperidade ao Benin

Material produzido pela Rádio Rural Internacional em 1° de dezembro de 2011, como parte do pacote de informações n° 94.

Original em inglês disponível em: http://www.farmradio.org/radio-resource-packs/package-94-african-farm-radio-research-initiative-afrri/rice-co-operatives-bring-prosperity-to-benin/.


Observações para as emissoras:

A história das cooperativas agrícolas do Benin é muito rica. Do período colonial (1910-1960) até a era que se seguiu à independência (1960-1974), os anos revolucionários (1975-1989) e a era democrática, foram criados diversos movimentos de cooperativas agrícolas. Dentre eles, o Conselho de Coalizão dos Plantadores de Arroz do Benin (CCR-B, em francês) foi criado muito recentemente.

Criado em 2006, o CCR-B recebeu atenção muito rapidamente com sua visão de ser uma organização dinâmica e preferencial no setor de arroz em escala nacional. Em consonância com esta visão, o objetivo da organização é:

  • representar os produtores de arroz do Benin em todos os atos da vida civil, administrativa e política com relação à agricultura do Benin;
  • manter e defender, sem exceção, o interesse dos produtores de arroz no Benin e em todos os lugares; e
  • promover a profissionalização dos produtores de arroz e coordenar todas as ações no contexto da produção de arroz no Benin.

Atualmente, o CCR-B incorpora seis uniões regionais de produtores de arroz, cerca de cinquenta associações comunitárias de produtores de arroz e centenas de grupos locais de produtores de arroz.

Este roteiro apresenta o espírito cooperativo da União Regional dos Produtores de Arroz dos Departamentos de Ouémé e Plateau (URIZOP), que é um membro do CCR-B. O objetivo deste roteiro é exibir a importância e a necessidade de cooperativas agrícolas bem organizadas.

Este roteiro é baseado em entrevistas reais. Você poderá utilizá-lo como inspiração para pesquisar e escrever um roteiro sobre um tema similar na sua região. Ou poderá decidir produzir este roteiro na sua emissora, utilizando radioatores para representar as pessoas. Se o fizer, não se esqueça de dizer aos seus ouvintes no início do programa que as vozes são de atores e não das pessoas originalmente envolvidas nas entrevistas.


Roteiro:

Personagens:

Apresentador: Félix Houinsou

Convidados:

  • Emile Houansou, produtor de arroz em Dangbo.
  • Albert Azon Gnadja, produtor de arroz em Adjohoun.
  • Jeanne Ahouangnimon, produtora de arroz em Dangbo.

Vinheta de abertura

Apresentador: Olá, ouvinte e amigo da Rádio Imaculada Conceição de Cotonou, no Benin. Bem-vindo ao seu programa agrícola favorito. No programa de hoje, vamos contar sobre a importância e a necessidade de organização dos agricultores em cooperativas agrícolas. Temos três convidados no estúdio. Eles são o Sr. Emile Houansou, o Sr. Albert Azon Gnadja e a Sra. Jeanne Ahouangnimon. Todos eles são produtores de arroz e membros da União Regional dos Produtores de Arroz dos Departamentos de Ouémé e Plateau, também denominada URIZOP. Eles vão contar suas experiências com a vida em cooperativa.

Caros convidados, bem-vindos e obrigado por atenderem ao nosso convite.

Convidados: (em coro) Olá.

Apresentador: Vou apresentar vocês aos nossos ouvintes. O Sr. Emile Houansou está bem na minha frente. Ele é um produtor de arroz e o presidente da URIZOP. À minha direita está o Sr. Albert Azon Gnadja e, à minha esquerda, está a Sra. Jeanne Ahouangnimon.

Vou dirigir minha primeira questão ao Sr. Emile Houansou. Quais são as razões que o motivaram a formar uma cooperativa de agricultores?

Emile Houansou: As pessoas sempre dizem: unidos, venceremos. Por isso, o nosso primeiro objetivo foi de nos reunirmos para ficarmos mais fortes e defender nossos interesses como produtores de arroz, além de organizar a indústria do arroz nos departamentos de Ouémé e Plateau.

Nós formamos uma cooperativa para nos ajudar a entender e cuidar de questões como mão-de-obra, solo, finanças, administração e todas as outras coisas que são a base da produção de arroz. Também precisávamos de bons conhecimentos para melhor administrar as nossas atividades pós-colheita e a comercialização do nosso arroz.

Você sabe que os bancos e as instituições microfinanceiras normalmente não concedem crédito aos agricultores. Como o clima é imprevisível, essas instituições acreditam que a produção agrícola também é imprevisível. Por isso, eles não têm certeza de que os agricultores vão pagar os seus empréstimos. Mas, quando os agricultores trabalham juntos e se reúnem em cooperativas, os bancos e as microinstituições financeiras têm mais confiança neles. Por isso, os agricultores podem receber crédito. Isso nos permite adquirir capital de trabalho suficiente para melhorar nossas fazendas. Esta é outra razão que nos motivou a formar uma cooperativa.

Apresentador: Sra. Jeanne Ahouangnimon, por que uma cooperativa agrícola se concentraria apenas no arroz? É porque o arroz é o único produto cultivado na sua região?

Jeanne Ahouangnimon: Não, nós não cultivamos só arroz. Nós cultivamos muitos outros produtos, como milho, mandioca, inhame, batata doce, pimenta, verduras e legumes. Havia organizações cooperativas de camponeses muito antes da fundação da cooperativa de arroz. Essas organizações lidavam com todos os produtos agrícolas. Então, seguindo o conselho “não abrace o mundo todo de uma vez”, decidimos formar uma cooperativa dedicada exclusivamente ao arroz.

Apresentador: Sr. Azon Gnadja Albert, o sr. é o secretário geral da URIZOP. Como alguém se torna membro da URIZOP?

Azon Gnadja Albert: Primeiro, você precisa ser um produtor de arroz na sua aldeia. Depois, você precisa pertencer a uma associação de produtores de arroz. O seu campo de arroz deve ter pelo menos um acre ou dois quintos de hectare. Quando você tiver um campo de arroz deste tamanho, o grupo local da sua comunidade aceita você como membro. A sua associação de agricultores deve também estar registrada junto à Associação Comunitária de Produtores de Arroz. É a Associação Comunitária que se filia à URIZOP. A URIZOP, por sua vez, é membro do Conselho de Coalizão dos Produtores de Arroz do Benin, o CCR-B. O CCR-B é a organização nacional.

Apresentador: Quantos membros tem hoje a URIZOP?

Azon Gnadja Albert: A URIZOP foi criada em 2006 e reúne hoje 1473 produtores de arroz. Esses agricultores estão espalhados em todas as comunidades produtoras de arroz nos departamentos de Ouémé e Plateau.

A URIZOP incorpora noventa grupos locais. Os noventa grupos locais estão nas comunidades de Adjohoun, Dangbo, Bonou, Aguégué e Adja Ouèrè. Em outras comunidades, alguns produtores de arroz estão se organizando para inscrever-se junto à URIZOP. As nossas portas estão abertas para receber todos os produtores de arroz que compartilhem os nossos ideais.

Apresentador: Sra. Jeanne Ahouangnimon, quais são os ideais da URIZOP?

Jeanne Ahouangnimon: Nós queremos que a URIZOP seja uma cooperativa de arroz que traga mais prosperidade para os seus membros. Para isso, estamos trabalhando atualmente para transformar os departamentos de Ouémé e Plateau em uma área poderosa de arroz, onde a URIZOP consegue fazer com que a terra dos produtores de arroz esteja pronta para o plantio antes do início da estação. A nossa visão também é de melhorar a qualidade do arroz que cultivamos e garantir os mercados para vender nossa colheita.

Apresentador: Sr. Emile Houansou, como vocês três não são da mesma comunidade, como o espírito cooperativo se expressa nos diferentes grupos que são membros da URIZOP?

Emile Houansou: O espírito cooperativo se expressa na nossa assistência mútua: “um por todos e todos por um”. No passado, todos costumavam reunir-se em um canteiro comunitário para cultivar juntos. Mas o cultivo de canteiros comunitários não criou sucesso para os produtores de arroz e não os ajudou a ganhar mais dinheiro. Por isso suspendemos a velha prática de cultivo em campos comunitários. Com a URIZOP, cada um tem um campo separado, mas todos seguem as orientações da cooperativa. A cooperativa é como um cadinho onde os produtores de arroz trocam e compartilham informações para melhorar as nossas atividades agrícolas.

Apresentador: Como funciona a URIZOP?

Emile Houansou: URIZOP é uma cooperativa com operações em todos os lugares nos dois departamentos. O seu escritório central fica em Adjohoun. Ele incorpora todas as associações comunitárias de produtores de arroz nos departamentos de Plateau e Ouémé. Por sua vez, cada associação comunitária incorpora todas as associações locais de produtores de arroz. Todas as associações comunitárias reúnem-se em uma assembleia geral para eleger a Diretoria. Essa Diretoria elege um conselho executivo entre os seus membros. Para cuidar de questões financeiras e administrativas, a URIZOP contrata funcionários, incluindo um conselheiro técnico, dois membros de uma equipe técnica e, em breve, uma secretária e um contador.

A URIZOP possui uma Comissão de Controle composta de três membros. Essa comissão administra os negócios da cooperativa. A equipe técnica da URIZOP cuida das atividades diárias da organização.

Apresentador: Quais são essas atividades diárias?

Emile Houansou: Nas comunidades, os membros da equipe técnica fornecem conselhos para os produtores de arroz e trabalham com eles. Eles transmitem informações dos membros para o conselho executivo e vice-versa. Se houver alguma dificuldade, a equipe técnica tenta resolver a situação. Se a situação não puder ser abordada pela equipe técnica, o comitê executivo intervém.

Mas as associações comunitárias possuem autoridade considerável. Essas associações buscam recursos materiais e financeiros nas suas comunidades correspondentes. As associações assumem a responsabilidade pela coleta do arroz em casca, que é enviado para os centros de processamento.

Apresentador: Quais recursos financeiros tem a URIZOP e como ela pode garantir o pagamento dos salários dos seus empregados?

Emile Houansou: Os recursos básicos da URIZOP vêm de taxas de registro e dos pagamentos das cotas sociais dos seus membros. Além dos seus papéis como representantes dos agricultores e provedor de serviços, a URIZOP opera vários negócios. Isso nos dá algum dinheiro operacional. Mas, desde 2009, também nos temos beneficiado da ajuda dos nossos parceiros técnicos e financeiros.

Apresentador: Quais são as “taxas de registro” e os “pagamentos de cotas sociais”?

Emile Houansou: Cada associação comunitária membro da URIZOP paga cerca de 25.000 francos CFA (cerca de US$ 50) como taxa de registro e 100.000 francos CFA (cerca de US$ 200) como pagamento de cota social. Alguns membros podem pagar um ou mais pagamentos de cota social.

Apresentador: Poderia esclarecer como funcionam esses pagamentos dos membros?

Emile Houansou: As taxas de registro são usadas como capital operacional da URIZOP. Nós depositamos os pagamentos das cotas sociais no banco e usamos como garantia de capital para conseguir crédito de microinstituições financeiras ou para comprar fertilizante para os membros e fornecer com outros serviços.

Apresentador: Uma questão maior que muitos membros de cooperativas não compreendem é a necessidade de cooperativas de segunda mão como a URIZOP de sustentar-se integralizando seus custos de operação. Poderia esclarecer extamente como a URIZOP integraliza os seus custos?

Emile Houansou: Temos sérias dificuldades para cobrar os pagamentos das quotas de diversos membros. Para garantir fundos suficientes para cobrir nossos custos de operação, separamos 10% do preço de venda de cada quilo de produto vendido por cada produtor de arroz. É assim que a URIZOP garante a integralização dos seus custos operacionais.

Apresentador: Sr. Albert Azon Gnadja, o que mais conseguiu a URIZOP?

Albert Azon Gnadja: Nós melhoramos muitos campos de arroz. Graças aos seus parceiros, a URIZOP doou 170 coberturas de secagem e 45 bombas motorizadas para os seus membros. Também distribuímos redes para proteger os campos de arroz contra ataques de pássaros. A URIZOP distribuiu sementes de arroz para todos os seus membros na última estação. Todas essas doações ajudaram a triplicar a produção.

Para melhor motivar os produtores de arroz, a URIZOP atualmente está se concentrando em comprar de volta sua colheita. A URIZOP está levando a sério o setor de produção de arroz e vai expandir a área de cultivo de arroz na próxima estação.

Apresentador: A sra. tem alguma estatística da quantidade de arroz colhido desde o início das atividades da URIZOP até hoje?

Jeanne Ahouangnimon: Vou dar as estatísticas para os anos de 2009, 2010 e 2011, para não ir muito para trás. Em 2009, a produção na região foi de apenas cerca de duzentas toneladas. Tínhamos potencial de aumento da produção, mas ele não estava sendo aproveitado e, por isso, não pudemos ter grandes lucros.

Em 2010, houve um aumento; a produção foi de mais de 2000 toneladas. Durante a campanha de plantio que acabou agora, estimamos a produção em 6000 toneladas. Esses aumentos devem-se ao apoio dos nossos parceiros. Hoje, o rendimento médio é de quatro toneladas por hectare. No passado, mal atingíamos três toneladas, mas hoje, nas áreas principais de plantio de arroz, podemos colher até sete toneladas por hectare, sem fertilizante. Isso explica o aumento da produção geral.

Apresentador: Como a produção é comercializada?

Jeanne Ahouangnimon: Primeiro, a URIZOP assina um contrato com grupos de produtores de arroz em nível local. Esse contrato especifica que a URIZOP vai enviar a sua equipe técnica para o campo, para ajudar os produtores de arroz durante todo o ciclo de cultivo de arroz para obter safra de boa qualidade. Depois da colheita, a URIZOP coleta toda a produção das aldeias e a vende para a ESOP e CAFROP. Essas organizações então cuidam da sua moagem, embalagem e venda para os consumidores. A URIZOP coleta dinheiro da ESOP e CAFROP e o distribui para os produtores de arroz de acordo com a quantidade de produto vendida por cada agricultor.

Preciso mencionar que a CAFROP é um novo departamento da URIZOP. Ela foi criada recentemente para aumentar a produção de arroz nos departamentos de Ouémé e Plateau.

Apresentador: Caros convidados, como produtores de arroz, que vantagens vocês receberam da URIZOP?

Emile Houansou: Francamente falando, ser membro desta cooperativa me traz muitas vantagens. Primeiro, permitiu-me que eu me beneficiasse de muitas oportunidades de treinamento sobre os diferentes estágios do cultivo de arroz: da preparação da terra até a colheita. A cooperativa também me ajudou a entender como avaliar declarações de renda, como entender técnicas de venda e como administrar uma associação de produtores.

Graças ao Centro Africano do Arroz, temos acesso a variedades de sementes de alto rendimento. Também temos acesso a novas variedades de arroz e inovações no cultivo do arroz. Por tudo isso, é motivo de orgulho para mim ser um produtor de arroz, pois a produção de arroz me traz muito dinheiro. Eu nem invejo os funcionários públicos. O rendimento do meu arroz é claramente melhor que os salários deles.

Albert Azon Gnadja: Minha entrada para a URIZOP foi um grande alívio para mim. Eu encontrei soluções para todas as dificuldades que tinha antes. Assim que entrei, eu me beneficiei com os treinamentos. Graças a esses treinamentos, agora conheço os detalhes técnicos da produção de arroz. Sei como fazer um leito de sementes de arroz, como calcular a quantidade de sementes necessária para o tamanho do meu campo de arroz, como calcular o dia em que devo aplicar fertilizante e a dose necessária para o meu campo.

Ao contrário do passado, quando eu trabalhava sem saber o que estava fazendo, hoje posso calcular todos os custos de produção do meu arroz. Isso me permite calcular o preço a que devo vender minha colheita. Antigamente, como eu não conhecia bem essas técnicas, o meu campo era de pouco menos de meio hectare. Mas, desde que entrei na URIZOP, o meu campo cresceu para dois hectares. E eu ganho muito. A minha colheita de arroz é de seis toneladas por hectare. Isso me permite atender às necessidades da minha família. Eu tinha uma motocicleta velha, mas comprei uma motocicleta nova.

Jeanne Ahouangnimon: Pessoalmente, eu tive a sorte de trabalhar, na década de 1970, na zona de cultivo de arroz do que era então chamado de Corporação Nacional de Irrigação e Instalações Hidropônicas, ou SONIAH. Quando entrei para a URIZOP, notei uma grande diferença. Eu trabalhei para a SONIAH como empregada. Mas eu não ganhava o suficiente para atender às necessidades da minha família. Com a URIZOP, tenho o meu próprio campo de arroz. Tenho fácil acesso a todas as coisas de que preciso para cultivar arroz. Posso administrar adequadamente a renda da minha colheita. Isso me permite atender melhor às necessidades da minha família. Eu construí a minha própria casa. Entrar nesta cooperativa me trouxe todas as vantagens que os meus colegas mencionaram antes.

Vinheta de encerramento ao fundo sob a voz do apresentador.

Apresentador: As cooperativas de agricultores, como a União Regional dos Produtores de Arroz dos Departamentos de Ouémé e Plateau, não são comuns no Benin. Mas elas fornecem um bom exemplo! Convidamos todos os agricultores a segui-lo. Por quê? Porque trabalhar em uma cooperativa pode trazer prosperidade. Com esta nota, terminamos o nosso programa. Obrigado a todos os nossos convidados. E obrigado a você, ouvinte. Até logo!

Vinheta de encerramento sobe, permanece e cai progressivamente


Créditos:

Contribuição de Félix Houinsou, Rádio Immaculée Conception, Benin, parceira da Farm Radio International.

Revisão: John Julian, Diretor, Política e Comunicações Internacionais, Associação Canadense de Cooperativas.

Observações:

  • Ouémé e Plateau: o mapa do Benin é subdividido em doze departamentos. Ouémé e Plateau são dois departamentos vizinhos no sudeste do Benin. Ambos fazem fronteira com a Nigéria. URIZOP é a cooperativa formada pela união das associações de produtores de arroz nesses dois departamentos. É uma das seis cooperativas regionais que formam a organização nacional denominada Conselho de Coalizão dos Produtores de Arroz do Benin (CCR-B).
  • CeRPA: Centro Regional de Promoção da Agricultura. O CeRPA é uma instituição estatal subordinada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Pesca. Ele é responsável pelo trabalho de extensão, supervisão e apoio técnico aos agricultores. O CeRPA é uma instituição regional e, portanto, departamental. Em muitas cidades importantes, o CeRPA possui uma filial denominada Centro Comunitário de Promoção da Agricultura (CeCPA). O CeCPA possui contato direto com os agricultores que vivem em diferentes aldeias.

Fontes de informação:

Entrevista em março de 2011 com o Sr. Emile Houansou, Sr. Albert Gnadja e Sra. Jeanne Ahouangnimon, produtores de arroz e membros do Conselho da URIZOP.

Agradecimentos:

  • Emile Houansou, Presidente do Conselho da URIZOP.
  • Pascal Gbneou, Presidente do Conselho de Coalizão dos Produtores de Arroz do Benin (CCR-B).

A Rádio Rural Internacional (Farm Radio International) é uma organização canadense sem fins lucrativos dedicada a apoiar emissoras de rádio em países em desenvolvimento para fortalecer comunidades rurais e a agricultura em pequena escala.

Segundo a organização, o material da Rádio Rural Internacional pode ser copiado ou adaptado para distribuição gratuita ou a preço de custo, com crédito para a Rádio Rural Internacional e para as fontes originais.

Esta versão em português é um trabalho voluntário, independente da organização e oferecido gratuitamente para as emissoras de rádio dos países de língua portuguesa. O texto foi traduzido para o português do Brasil, mas pode ser adaptado com facilidade para o português falado em outras partes do mundo (para dúvidas sobre os termos empregados, utilize o formulário de contato em https://radioruralportugues.wordpress.com/creditos-e-contato/).

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