Melhoria da água e saneamento em Dindima, Estado de Bauchi, na Nigéria

Material produzido pela Rádio Rural Internacional em 1° de dezembro de 2008, como parte do pacote de informações n° 86.

Original em inglês disponível em: http://www.farmradio.org/radio-resource-packs/package-86/improving-water-and-sanitation-in-dindima-bauchi-state-nigeria/.


Observações para as emissoras:

Água é vida. Depois do ar, a segunda necessidade essencial e mais importante dos seres humanos é a água. A água também é importante para as plantas e os animais. Além disso, o mundo industrial não poderia viver sem água. A relevância da água para os seres humanos e seu ambiente é ilimitada e o ambiente é fundamental para a sobrevivência de qualquer sociedade humana. Não ter água limpa nem boas instalações para que a comunidade possa fazer suas necessidades básicas era um grande problema para a comunidade de Dindima no Estado de Bauchi, na Nigéria.

Dindima é uma cidade a 38 quilômetros da cidade de Bauchi e é a entrada do Parque Nacional de Yankari, um paraíso dos turistas. Embora os habitantes de Dindima lamentem o uso de arbustos como sanitários e campo de descarte, até recentemente eles não tinham outra opção. O problema era que as favelas de Dindima não dispunham de sanitários públicos e de fontes de água potável.

A WaterAid começou suas operações na Nigéria em 1995 e estendeu suas atividades para os estados de Bauchi e Plateau em 1999. A WaterAid Nigéria trabalha em conjunto com parceiros locais para ajudar as comunidades a estabelecer projetos sustentáveis de baixo custo utilizando tecnologias apropriadas que podem ser administradas pela própria comunidade.

Nesta série em três partes, vamos examinar a água e saneamento em Dindima, no Estado de Bauchi, na Nigéria, onde um apresentador de rádio entrevistou beneficiários dos projetos conduzidos pela WaterAid Nigéria em colaboração com o Centro de Intercâmbio para o Desenvolvimento, uma ONG nigeriana. No dia 23 de julho de 2008, o apresentador de rádio visitou Dindima, onde ele perguntou aos membros da comunidade quais eram suas experiências em termos de água e saneamento antes da intervenção da WaterAid Nigéria em colaboração com o Centro de Intercâmbio para o Desenvolvimento (DEC) de Bauchi. A primeira das três partes desta série é uma entrevista com um dos líderes tradicionais de Dindima.

Este roteiro em três partes poderá ser transmitido no mesmo horário em três dias consecutivos ou três semanas consecutivas, ou poderá ser transmitido todo de uma vez.

Este roteiro é baseado em entrevistas reais, conduzidas com habitantes de aldeias no norte da Nigéria. Para produzir este roteiro na sua emissora, você poderá decidir usar vozes de atores para representar os habitantes da aldeia e alterar o texto do roteiro para adaptá-lo à sua situação local. Neste caso, não se esqueça de dizer aos seus ouvintes no início do programa que as vozes são de atores, não das pessoas originalmente envolvidas nas entrevistas, e que o programa foi adaptado para a sua audiência local, mas é baseado em entrevistas reais.


Roteiro:

Vinheta de abertura sobe e desce

Apresentador: Olá, bem-vindo! Hoje começamos uma série em três partes sobre água e saneamento em Dindima, no Estado de Bauchi, na Nigéria. Tenho um convidado comigo no estúdio. (Para o convidado) Primeiro, gostaria que você se apresentasse.

Danlami Muhammadu Rumfa: É uma alegria participar do programa e dar as boas-vindas à nossa comunidade. Meu nome é Danlami Muhammadu Rumfa e sou o Sarkin Yamman Galambi aqui em Dindima (nota do editor: este homem é um administrador tradicional da comunidade e Sarkin Yamman Galambi é o seu título).

Apresentador: Antes da chegada de duas ONGs – o Centro de Intercâmbio para o Desenvolvimento, também conhecido como DEC, e a WaterAid Nigéria, em Dindima – qual era a situação da água e saneamento nesta comunidade?

Danlami Muhammadu Rumfa: A situação era muito ruim. Quatro a cinco anos atrás, o DEC veio aqui e começou o seu trabalho com as nossas mulheres. Eles nos ensinaram muitas coisas. Eles deram empréstimos a elas para pagamento no final do ano. Esses empréstimos permitiram às mulheres estabelecer pequenos negócios de fabricação de sabão, pomada e óleo de amendoim. Depois de três rodadas desses empréstimos, eles perguntaram às mulheres quais tipos de problemas de saúde elas estavam enfrentando. As mulheres informaram ao DEC que a cidade deles é uma área de trânsito aonde vêm passageiros em todos os horários do dia. No processo, esses passageiros costumavam usar nossos quintais como banheiro. Quando vinha a estação chuvosa, a água carregava as fezes para as nossas casas e nossas fontes de água potável. Isso contaminava a nossa água potável. Quando as nossas mulheres contaram ao DEC, eles prometeram ajudar, mas com a cooperação e o envolvimento das pessoas da região.

Apresentador: Por favor, conte exatamente como o DEC assistiu as mulheres de Dindima.

Danlami Muhammadu Rumfa: O DEC veio até aqui discutir como construir lajes de latrina. Eles organizaram oficinas para nós em Dindima sobre como construí-las. Três ou quatro de nós aprendemos a construir e colocar lajes sobre as nossas latrinas. As novas latrinas estão localizadas perto da mesquita, do mercado e da escola primária, bem como perto de algumas casas. Nós cavamos, colocamos as lajes por cima e as cimentamos, o que ajuda tremendamente a reduzir a forma como os passageiros usam os nossos quintais ou outros locais como banheiros. O DEC havia nos ajudado a construir um banheiro perto da mesquita em Dindima, onde cavamos uma latrina e colocamos a laje. Existe um lado para urinar e outro para defecar. Se um estranho vier e notarmos que ele está tentando urinar ou defecar no espaço aberto, chamamos sua atenção para o banheiro. As pessoas do DEC perguntaram em seguida que outros problemas enfrentamos em Dindima.

Apresentador: E como as pessoas responderam?

Danlami Muhammadu Rumfa: Nós dissemos a eles que não tínhamos água potável. Nós contamos que tínhamos de dez a vinte poços cavados a mão, mas eles não nos deram água potável. A cidade fica nas margens de um rio, mas a água contém sujeira e fezes e não era boa para beber. Eles concordaram em nos ajudar a fazer os poços, mas a comunidade precisava colaborar com o DEC para atingir nossos objetivos. Nós contribuímos financeiramente. Depois de seis meses, o DEC retornou, nós demos a eles o que havíamos economizado e eles nos ajudaram a cavar os poços. Agora toda a comunidade de Dindima depende desses poços para ter água, ao contrário de antes, quando costumávamos recolher água do rio e adicionar alúmen antes de beber. Por isso, honestamente falando, ganhamos muito com o DEC. Eles também nos ensinaram como purificar a água que conseguimos do rio.

Apresentador: Como a água é purificada?

Danlami Muhammadu Rumfa: Dentro do cano que conduz a água do rio, eles colocaram carvão, areia e pequenos seixos. Quando a água é filtrada através desses materiais, ela é purificada. Você sabe, estávamos envolvidos em todos esses projetos devido ao relacionamento que existia entre as nossas mulheres e o DEC. Como eu disse, antes da chegada do DEC, estávamos coletando nossa água potável do rio Dindima. Todos sabem sobre a água do rio. Ela vinha com caules de milho, lama, lodo e todo tipo de sujeira, mas nós costumávamos usá-la porque não tínhamos água limpa dos poços. Como resultado do uso dessa água, tínhamos problemas como cólera, diarreia e outros problemas de saúde. Mas agora as coisas mudaram para nós. Agora você raramente encontra casos de dor de estômago, febre tifoide e qualquer outro tipo de doença.

Apresentador: Entendo que, devido à purdah, as mulheres de Dindima não eram capazes de ter acesso a instalações de água e saneamento fora dos seus quintais e esta era uma razão pela qual as mulheres pediam ajuda à DEC.

Danlami Muhammadu Rumfa: Sim, é verdade. Não só foram construídas latrinas públicas, mas os poços cavados a mão sem forro nos quintais das famílias também foram aprimorados e reabilitados para fornecer água segura.

Apresentador: Você disse que o DEC buscava a sua cooperação para conduir esses projetos. A cooperação foi bem sucedida?

Danlami Muhammadu Rumfa: Na verdade, a cooperação estava lá desde o princípio, especialmente dos jovens, que tinham mais educação ocidental e islâmica que os mais idosos. No início, as pessoas achavam que o governo havia fornecido contratos para esses projetos. Mas, quando eles compareceram às oficinas, eles começaram a compreender. Eles concordaram que o DEC era uma organização que estava tentando assistir o nosso povo e prometeram fornecer seu apoio e cooperação. Mas tínhamos o apoio dos jovens desde o princípio.

Apresentador: Em resumo, qual é a sua mensagem para as organizações de desenvolvimento e outras pessoas para assistir comunidades como Dindima?

Danlami Muhammadu Rumfa: Se pudermos receber assistência de organizações como o DEC, os problemas de banheiros ou água potável e muitos outros serão questões do passado. Somos realmente gratos pelos esforços do DEC. Por isso, minha mensagem para eles é mostrar a minha apreciação e a da comunidade de Dindima. Dizemos obrigado e que Alá possa ajudar vocês a progredir ainda mais.

Apresentador: Bem, ouvinte, este é o final da primeira parte da nossa série em três partes sobre água e saneamento em Dindima, no Estado de Bauchi, na Nigéria. Na segunda parte do programa, vamos falar com outros beneficiários dos projetos em Dindima.

Vinheta sobe e desce


Vinheta de abertura sobe e desce

Apresentador: Olá, bem-vindo ao programa que vai examinar a água e saneamento em Dindima, no Estado de Bauchi, na Nigéria. Na primeira parte do programa, ouvimos o administrador tradicional de Dindima, que falou sobre os problemas com água e saneamento em Dindima antes que eles entrassem em contato com a WaterAid Nigéria e o Centro de Intercâmbio para o Desenvolvimento. Nesta segunda parte do programa, vamos ouvir alguns dos beneficiários dos projetos que foram conduzidos em Dindima.

Haruna Ibrahim Dadin Kowa: Meu nome é Haruna Ibrahim Dadin Kowa e sou professora da Escola Primária de Dindima.  Quando o DEC veio para Dindima, a organização usou a nossa escola para suas reuniões. Quando eles nos encontraram na escola, eles usaram a oportunidade, com a permissão do diretor, para ajudar a ensinar nossas crianças. Com a assistência e cooperação do DEC, nós cavamos latrinas na nossa escola para alunos e alunas, que ainda são utilizadas. Estamos rezando pelo sucesso do DEC e esperamos pela sua continuidade. Somos muito agradecidos. Meu último apelo é que, se o DEC tiver os meios de voltar a nos assistir, eles serão bem-vindos. Gostaria de convocar outras organizações a seguirem o exemplo do DEC assistindo as comunidades.

Apresentador: Esta foi Haruna Ibrahim Dadin Kowa, professora da escola primária de Dindima, explicando como eles se beneficiaram dos projetos sobre água e saneamento em Dindima. Como você ouviu, o DEC teve seu primeiro contato com as mulheres de Dindima. Vamos agora ouvir uma das mulheres que se beneficiaram dos projetos que foram conduzidos em Dindima.

Malama Rabi Dindima: Meu nome é Malama Rabi Dindima, Secretária da Associação Cooperativa com Múltiplos Propósitos das Mulheres de Dindima.

Apresentador: Como a sra. acabou sabendo da WaterAid e DEC na sua comunidade?

Malama Rabi Dindima: Nós tínhamos problemas que prejudicavam as nossas vidas antes da chegada dessas organizações. Estranhos e passageiros usavam o nosso ambiente como seus banheiros. Nós realmente falamos sobre isso. O DEC nos forneceu um professor de educação de adultos e realmente aprendemos muito. Depois, a questão da água potável: quando chovia, nós bebíamos água contaminada do rio. O DEC nos ajudou com poços. Isso reduziu nossos problemas com a água.

Apresentador: É verdade que a organização treinou vocês a se sustentarem em termos de comércio?

Malama Rabi Dindima: Sim, é verdade. Nós fomos treinados sobre como fazer pomada e sabão e como administrar as nossas casas. Eles nos ensinaram a fazer e preparar alimentos para as crianças levarem para a escola. Além disso, eles abriram uma classe de educação de adultos para as mulheres. Eles forneceram o quadro negro e os livros e pagaram os salários dos professores e outras coisas. A educação de adultos levou à abertura de uma escola islâmica que ainda ensina nossas crianças, meninos e meninas, e mulheres adultas. Foi a chegada do DEC que trouxe esses desenvolvimentos para Dindima.

Apresentador: Vocês receberam assistência financeira da organização?

Malama Rabi Dindima: Sim. Eles nos assistiram com empréstimos por quase três anos como capital inicial. Mas depois dissemos que não estávamos mais interessadas, por que já havíamos passado da idade. Agora temos o nosso próprio capital. De fato, o DEC realmente nos deu poder e ainda estamos trabalhando com eles.

Apresentador: A sra. disse que vocês ainda estão com eles. Como assim?

Malama Rabi Dindima: Eles nos visitam para garantir que estamos colocando em prática o que eles nos ensinaram e forneceram e para garantir que as coisas realmente estão progredindo bem.

Apresentador: Esta foi Malama Rabi Dindima, Secretária da Associação Cooperativa de Múltiplos Propósitos das Mulheres de Dindima, falando como as mulheres de Dindima se beneficiaram dos projetos conduzidos em Dindima. Com isso, chegamos ao final do nosso programa. Na terceira e última parte desta série sobre água e saneamento em Dindima, vamos falar com uma pessoa do Centro de Intercâmbio para o Desenvolvimento na cidade de Bauchi, a organização que conduziu esses projetos de água e saneamento em Dindima. Até lá, sou Lawal Ali Garba, dizendo até logo!

Vinheta sobe e desce


Vinheta de abertura sobe e desce

Apresentador: Bom dia e bem-vindo ao nosso terceiro e último programa sobre água e saneamento em Dindima, no Estado de Bauchi, na Nigéria. Hoje vamos analisar o papel do Centro de Intercâmbio para o Desenvolvimento na condução de projetos de água e saneamento em Dindima. Comigo no programa temos uma funcionária do escritório do DEC em Bauchi. Bem-vinda ao programa! Para começar, poderia dizer aos nossos ouvintes quem é a sra.?

Fayne Audu John: Meu nome é Fayne Audu John. Sou a responsável de programas do Centro de Intercâmbio para o Desenvolvimento em Bauchi.

Apresentador: Como evoluiu o trabalho do Centro de Intercâmbio para o Desenvolvimento na Nigéria?

Fayne Audu John: O Centro de Intercâmbio para o Desenvolvimento ou DEC nasceu de pesquisas que foram conduzidas em 1989 pela CUSO, uma ONG canadense, em colaboração com a Agência de Educação Informal e de Adultos. Como resultado das descobertas da pesquisa, foi estabelecido um Centro para abordar algumas das lacunas identificadas pela pesquisa em termos da situação de desvantagem das mulheres. É assim que surgiu o DEC.

Apresentador: Qual é o seu relacionamento com a organização não governamental chamada WaterAid?

Fayne Audu John: A WaterAid é uma organização não governamental filantrópica sediada no Reino Unido. Eles trabalham em uma série de países, incluindo a Nigéria. Quando eles vieram para Bauchi em 2000, estavam procurando parceiros, ONGs locais que pudessem ajudá-los a implementar o tipo de trabalho de água e saneamento que eles fazem. Por isso estamos colaborando com a WaterAid. Essencialmente, eles fornecem os fundos e conduzem as atividades de água e saneamento.

Apresentador: Havia um projeto conduzido pela WaterAid em conjunto com o DEC em Dindima e nós visitamos aquele projeto. A comunidade local nos informou que vocês realizaram muito trabalho ali, como o fornecimento de latrinas e água potável. Por que vocês se envolveram nesses projetos?

Fayne Audu John: Como eu disse, o DEC foi estabelecido para dar poder às mulheres e desenvolver as comunidades. Se você olhar para Dindima, pode ver sua localização estratégica. É um local onde os transeuntes param para rezar e também é uma ligação para a Reserva de Caça de Yankari. Ao longo do ano, muitas pessoas param no caminho para o Parque Nacional de Yankari ou Gombe e alguns saem para urinar ou defecar. Como eles estão com pressa, simplesmente vão para os arbustos próximos. Por isso, todo o lugar ficava sujo.

Apresentador: Como começou o envolvimento do DEC em Dindima?

Fayne Audu John: Nós não intervimos em uma comunidade a menos que ela expresse sua necessidade. Mas isso aconteceu com Dindima. Estou feliz em dizer que Dindima foi um dos nossos projetos piloto. O projeto em Dindima já tem cerca de sete a oito anos de idade. Estou feliz que as pessoas ainda possam ver algumas das coisas que conseguimos juntos e a comunidade pode testemunhar que esse trabalho foi feito e que eles ainda estão colhendo os benefícios dos projetos. Então, como eu disse, nós interviemos porque os próprios membros da comunidade disseram que necessitavam dessas coisas. Quando saímos para avaliação, realmente vimos a sua necessidade. O que fizemos foi fornecer a eles uma latrina pública perto da mesquita e latrinas nas suas residências. Também fornecemos poços e outras coisas como microfinanciamentos para começar pequenos negócios.

Apresentador: Além de expressar o seu interesse em projetos de água e saneamento, a comunidade contribuiu com os projetos?

Fayne Audu John: Sim, sim! Para garantir a sustentabilidade, sempre incentivamos isso. Veja, por exemplo, os projetos de água e saneamento que você viu em Dindima. Um percentual dos fundos desses projetos foi colaboração da comunidade. Encorajamos isso, pois a comunidade saberá que isso é deles; não é o caso de alguém que chega para fornecer a instalação para eles e depois vai embora. Porque, quando a instalação apresenta um problema, eles vão esperar que a pessoa que forneceu a instalação venha fazer o conserto. A comunidade precisa estar envolvida.

Apresentador: Então a comunidade contribui financeiramente com esses projetos?

Fayne Audu John: Sim, os membros da comunidade contribuem financeiramente e também com trabalho. Nós apenas fornecemos o cimento para as latrinas que foram construídas em Dindima, por exemplo. A comunidade precisou cavar os buracos e fazer todos os outros trabalhos. Isso serve para garantir que as comunidades se envolvam e saibam que esse projeto é delas e, quando apresentar problemas, é sua responsabilidade cuidar disso. Esses projetos não são só do DEC. O DEC nem mesmo está na comunidade para usufruir dessas instalações! São as comunidades que usufruem dessas instalações. Quero convocá-los para garantir que tudo o que foi fornecido será ciosamente guardado por eles, sabendo que é tudo deles. A responsabilidade por cuidar dessa instalação é só deles.

Apresentador: Claro! Obrigado, Sra. Fayne Audu John, Responsável de Programas, Projeto e Treinamento do Centro de Intercâmbio para o Desenvolvimento, em Bauchi, por honrar nosso convite e trazer mais luz sobre os motivos da sua intervenção para ajudar a fornecer instalações de água e saneamento em Dindima, no Estado de Bauchi, na Nigéria. E assim chegamos ao final do nosso programa, uma série em três partes sobre água e saneamento em Dindima, no Estado de Bauchi, na Nigéria. Até a próxima, sou Lawal Ali Garba.

Vinheta sobe e desce


Créditos:

Contribuição de Lawal Ali Garba, Federal Radio Corporation of Nigeria, Kaduna, rádio parceira da Farm Radio International.

Revisão: Alan Etherington, consultor independente sobre água, saneamento e promoção da higiene e ex-funcionário da WaterAid.

Fontes de informação:


A Rádio Rural Internacional (Farm Radio International) é uma organização canadense sem fins lucrativos dedicada a apoiar emissoras de rádio em países em desenvolvimento para fortalecer comunidades rurais e a agricultura em pequena escala.

Segundo a organização, o material da Rádio Rural Internacional pode ser copiado ou adaptado para distribuição gratuita ou a preço de custo, com crédito para a Rádio Rural Internacional e para as fontes originais.

Esta versão em português é um trabalho voluntário, independente da organização e oferecido gratuitamente para as emissoras de rádio dos países de língua portuguesa. O texto foi traduzido para o português do Brasil, mas pode ser adaptado com facilidade para o português falado em outras partes do mundo (para dúvidas sobre os termos empregados, utilize o formulário de contato em https://radioruralportugues.wordpress.com/creditos-e-contato/).

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