Nosso povo

Material produzido pela Rádio Rural Internacional em 1° de julho de 2006, como parte do pacote de informações n° 78.

Original em inglês disponível em: http://www.farmradio.org/radio-resource-packs/package-78/our-people/.


Observações para as emissoras:

Uma das principais preocupações nos países em desenvolvimento é a forma na qual governos sucessivos, por meio das suas ações e inações, intensificaram a pobreza. Não é surpresa que, nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (MDGs), a erradicação da pobreza ganhou lugar de honra como importante indicador da medição do crescimento e do bem-estar das pessoas, especialmente os marginalizados.

A redução da pobreza é um objetivo importante em toda a ajuda internacional para países de baixa renda desde a década de 1990. Em 2000, a Cúpula do Milênio das Nações Unidas adotou os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e o primeiro objetivo é a erradicação da pobreza extrema. A pobreza estende-se para além da falta de renda e toca em questões de inclusão social, oportunidades, capacidades, segurança e empoderamento.


Roteiro:

Apresentador: Bem-vindo ao radioteatro de hoje, intitulado “Nosso Povo”. Na nossa história, o Sr. Boni é um agricultor de uma comunidade pobre denominada Bonikope, no Distrito Leste de Dangme, na Região Metropolitana de Acra, em Gana. A sua vida é difícil e imprevisível. As pessoas da sua aldeia não têm água potável de boa qualidade – eles compartilham a sua própria represa com os animais. O solo é ruim, com muitos depósitos de sal; o clima é errático e a rede de estradas é ruim.

Este ano, o Sr. Boni e sua família não colheram nada no final da estação e Boni precisa esperar a estação seca para poder ganhar dinheiro. Boniyo, a esposa de Boni, é a principal responsável pela renda da família. Ela espera sustentar a família com um pequeno comércio, mas as coisas não estão saindo conforme o planejado.

O teatro começa com as lamentações de Boni sobre as lutas da vida em Bonikope. Boni convence então a sua esposa a ir à Assembleia Distrital pedir um empréstimo de redução da pobreza. Mas, infelizmente, a sua esposa sofreu um acidente. Boni usa as dificuldades da sua esposa para insistir que o chefe da aldeia convoque uma reunião para garantir que a aldeia tenha mais controle sobre projetos de desenvolvimento no Distrito. O teatro começa em uma casa dilapidada. As paredes da casa não são pintadas e a casa não tem janelas.

Personagens:

  • Boni – chefe da família
  • Boniyo – esposa de Boni
  • Bonibi – filho de Boni
  • Fofoca – mulher, membro da comunidade
  • Nene – Chefe de Bonikope

Cena 1

Casa de Boni e Boniyo

Vinheta de abertura sobe e depois desce lentamente.

Ruído de animais ao fundo.

Ruído de pratos sendo retirados da mesa. Nomo Boni (“Nomo” significa “mais velho”) jantou e Bonibi vem retirar as tigelas para lavar.

Boni: (suspiro) O dia já quase acabou. O jantar não foi o melhor, mas pelo menos nos mantém vivos. O que um homem pode fazer quando a colheita falha e a sua esposa precisa assumir para sustentar a casa? Quero perguntar se meu filho comeu bem – um homem precisa poder sustentar seus filhos… mas o que eu faço se ele disser que não?

Som de pratos de barro quebrando.

Boni: Meu filho quebrou os pratos. (Pausa) Os tempos são difíceis. Você trabalha duro na fazenda só para encontrar problemas além do seu controle – o clima errático, baixos preços de produtos agrícolas… Como os nossos tomates podem atingir um bom preço com os tomates em lata baratos importados que estão no mercado? Em Bonikope, todos são pobres. Às vezes chego a dizer que nós ofendemos todos os deuses da terra. (Pausa, suspiros e pega mais um pedaço) Quem não gosta do coelho porque suas orelhas são feias precisa elogiar a sua bela forma de correr. Tivemos alguns projetos de desenvolvimento aqui e esse apoio é louvável, mas nós em Bonikope somos considerados mendigos que não têm escolha. Alguns projetos são impostos para nós. Não temos voz neles, do planejamento à execução. E, se alguém ousar desafiar, o projeto termina ali. (Suspiro) Estou ficando cansado.

Boniyo: (fora do microfone, chegando) Meu Deus, o que houve? Você não vem para a cama? (Pausa)

Boni: Quando você começou a dar ordens? Eu vou para a cama quando quiser. Você sabe que eu sou o chefe desta casa? Você acha que só porque forneceu o jantar pode assumir os assuntos desta casa? (Mais gentilmente) Não é sua culpa… os tempos estão difíceis. Lembro que o meu avô sempre me disse: “se você quer paz, ouça sua esposa”.

Boniyo: Você me satisfaz, em primeiro lugar. Venha aqui. Você não é um homem? Agora você pode sentar ali ou vir para a cama e dormir.

Som de passos diminuindo lentamente para o quarto, seguido de roncos enquanto caem em sono profundo.


Cena 2

Casa de Boni e Boniyo

O galo canta.

Boni: Boniyo, já é quase de manhã, acorde. Preciso agradecer a você por cuidar tão bem da casa. Não fosse por você, teríamos morrido ontem. Chegue mais perto… Eu disse, chegue mais perto…

Boniyo: Não! Não! (Ele tenta forçar o sexo) De novo, não! Boni, precisamos sentar e planejar. Quantas vezes você quer que eu sustente esta casa? Pensei que você fosse assumir esta semana. Precisamos sentar e planejar o que você vai fazer até poder voltar a sustentar a família. O único remédio para a pobreza é trabalho duro.

O galo canta pela segunda vez.

Boni: (sarcástico) Obrigado pelas suas palavras maravilhosas. Ouvi o galo cantar pela segunda vez? (Com voz responsável) Vamos levantar. Mas e o meu pedido… (breve silêncio e, depois, em tom reconciliador) Bonibi não vai para a escola hoje? Ele já deveria estar acordado.

Galo canta.

Boniyo: E aí está o galo de novo. Bonibi… Bonibi… Bo… o… ni… biii… Você ainda está na cama? Levante-se. Os pássaros estão cantando. Acorde e apronte-se para a escola. Você sabe que a distância daqui até a represa é grande e precisamos de água.

Bonibi: Não é cedo demais para acordar? (Pausa, ruído de Bonibi levantando-se da cama)

Boniyo: Corra agora para a represa. Alguns dos seus amigos já estão a caminho da escola. Vá enquanto eu limpo as manchas de sopa da sua carteira, antes de você a levar para a escola.

(Ruído de Bonibi pegando um balde e saindo)

Boniyo: Até logo e não demore – você precisa chegar à escola no horário!

Boni: (aproximando-se do microfone) O garoto já foi? Bom! Como estava dizendo, você quase assumiu meu papel de homem e chefe da casa. Dinheiro é poder!

Boniyo: O que você quer dizer com “dinheiro é poder”? Eu já disse que não tenho dinheiro. Você está zombando de mim?

Boni: Você acha que eu não sei o que está acontecendo no seu grupo de mulheres? Você não vai ver o seu empréstimo de redução da pobreza hoje? Você acha que eu não sei? Eu sei de tudo. É melhor você se lavar e trazer um pouco de dinheiro para casa. Dinheiro traz paz. (Enfático) Sei que vou recebe minha parte como chefe da casa.

Boniyo: Sei que não se deve perder a esperança, mas esta é a sétima vez que viajo para conseguir o empréstimo, tudo em vão. O banco e a Assembleia Distrital estão cheios de desculpas para não me dar o dinheiro. Hoje é uma fotografia de passaporte, amanhã é uma formação de grupo e, na próxima vez, eles querem saber se você abriu uma conta no banco! Tudo isso custa dinheiro! Eu pedi o empréstimo padrão de duzentos mil cedis (cerca de US$ 22,00), como se esse valor pequeno fosse resolver alguma coisa. E a pior parte é que eu já gastei quase cinquenta mil para abrir a conta bancária obrigatória e pelo menos mais cinquenta mil em transporte.

Boni: Calma, calma, precisamos tentar conseguir todo o dinheiro que pudermos para sobreviver a esta estação. Queixas não vão nos ajudar. Vá e se apronte para a sua reunião.

Ruído de touros fora do microfone. Um gemido e sons de multidão. .

Boniyo: O que está acontecendo? (Pausa e sons de Boniyo correndo no lado de fora) Ah, não! Os touros estão perseguindo Bonibi na represa. Corra! Corra! Não deveríamos precisar compartilhar nossa única fonte de água com os animais…

Bonibi: (soluçando e ofegante, aproximando-se do microfone) Nunca mais chego perto daquela represa. Todo o lugar é protegido. Os animais estão prendendo todo mundo para pedir resgate.

Boniyo: Meu grande companheiro, você ouviu o que o seu próprio filho está dizendo? Ele está dizendo que os animais estão insistindo em manter os seus direitos. Eles estão reivindicando a propriedade da represa para as necessidades deles. De fato esta é uma parábola para Bonikope.

Boni: O chefe vai espantar os touros; esta é a única água que temos para beber. De fato, o caminhão-pipa que traz água para vender não vem há algum tempo e isso é muito ruim.

Boniyo: Você tem certeza que o chefe pode afastar os animais? E, mesmo se o caminhão viesse, você teria dinheiro para comprar um balde de água por mil cedis?

Bonibi: Com todo o respeito, já são quase oito horas e o sinal da escola logo vai tocar. Vou conseguir ir para a escola sem tomar banho, mas… mas…

Boniyo: Mas o quê? Bons tempos em que as vozes das crianças não eram ouvidas! Fale, meu filho!

Bonibi: Na semana passada, pediram-me para pagar as mensalidades da escola e, para falar a verdade, eu já esgotei todas as minhas desculpas. Eu prometi ao diretor que levaria as mensalidades hoje. Além disso, você sabe as condições do meu uniforme. Quando me levanto para responder perguntas, todos riem de mim.

Boni: Esta não é uma questão importante, mas você tocou o alarme como se o céu estivesse caindo. (Pausa) Todos vocês sabem que sou considerado inteligente em Bonikope. Ouçam!

Ambos: Estamos ouvindo.

Boni: Eu descobri dois remédios para o problema. Bem, talvez três. Primeiro, você não precisa ir para a escola hoje. Soube que você tem uma prova de inglês.  Bem, se você sabe, você sabe! Quem ensinou o homem branco a falar inglês? Segundo, embora minha cabra seja jovem, acho que chegou a hora de levá-la ao mercado. De qualquer forma, o último ponto é que a mamãe vai conseguir seu empréstimo de redução da pobreza hoje. Como o empréstimo é pequeno, ele vai para o pote assim que chegar para podermos usar parte dele para pagar as suas mensalidades. Você ouviu, Bonibi? Vá pegar a cabra, rápido, para podermos chegar cedo ao mercado.

Ruídos de Bonibi correndo e da cabra balindo.

Bonibi: (ofegante após alguns instantes) Não consigo pegá-la.

Boniyo: Posso saber se a cabra vale o dinheiro de que precisamos? E você tem certeza de que vou receber o empréstimo?

Boni: Pare de fazer perguntas. Você deveria ficar sempre do meu lado nas dificuldades. Em vez disso, você faz perguntas para me desmoralizar. Os mais velhos dizem que as cabras dos pobres não ganham chifres. Nós as pegamos e vendemos jovens. Agora dependemos de você, Boniyo. Corra para a Assembleia Distrital.

Boniyo: Vou entrar para me aprontar. (Ela entra no quarto para vestir-se, cantando) Muito bem, é isso. Estou pronta.

Boni: Até logo. (Pausa) Bonibi, venha aqui. Você pode ir brincar com os outros meninos que não estão na escola. Perto das duas horas, vá à estação encontrar sua mãe. Quando ela conseguir o dinheiro, ela pode ir ao mercado comprar um pouco de comida para a casa.

Intervalo musical de dez segundos, depois desaparece.

Som de motor e carro derrapando, depois som de batida e silêncio por cinco segundos.

Fofoca: Alguém em casa? (Ela chama na entrada do portão) Oooooohhhh! Alôôô! (Para si própria) Eles não ouviram o barulho na ponte nova?

Boni: Ah, você sempre traz a fofoca! O que está acontecendo? Venha! Conte mais!

Fofoca: Um acidente, repito, um acidente. Sua esposa Boniyo está envolvida.

Bonibi: (lamentando-se) Estamos com problemas!

Boni: Já estou indo! Espero que ela esteja bem. Minha esposa! Aquela ponte não foi bem construída – ela não tem segurança! Tentei dizer à empreiteira na época da construção e veja o que aconteceu agora. Minha esposa se feriu! (compreendendo subitamente) Oh, não… o que eu vou fazer? Como vou pagar o médico? Não consigo pagar nem os remédios da minha esposa. Como vamos ficar agora? Bonibi! Você precisa ir ao médico e cuidar da sua mãe… Vou até lá em seguida, quero falar com o chefe. (som de Boni e Bonini correndo para fora da casa)


Cena 3

No palácio do chefe.

Boni: (com voz ansiosa) Alôôô… Nene, você está?

Nene: Entre, eu soube do acidente, é uma péssima notícia; espero que a sua esposa esteja bem.

Boni: Obrigado, Nene. Preciso ir vê-la agora, mas… mas…

Nene: Acalme-se e fale. Farei tudo o que puder para ajudar.

Boni: Obrigado, Nene, você é a minha única esperança. Sei que vim aqui na semana passada pedindo um empréstimo para as mensalidades do meu filho, mas agora a situação é séria. Eu não tenho dinheiro para pagar o médico da minha esposa. Não posso ir lá e enfrentar a vergonha de não poder pagar pela vida dela.

Nene: (em choque) Quer dizer que você ainda não foi vê-la? O que a família dela vai pensar de você?!

Boni: Nene, é exatamente por isso que eu vim.

Nene: (pausa breve) Entendo, Boni. Vamos trabalhar para ajudar você nesta fase difícil (som de Nene contando dinheiro). Tome cinquenta mil cedis. Isso deve ser suficiente para pagar o tratamento de emergência na clínica. Boni, sinto dizer isso, mas acho que você precisa começar a planejar a sua vida contra tempos como este.

Boni: Obrigado, Nene, minha esposa poderia não sobreviver sem a sua ajuda.

Nene: Você precisa ir vê-la agora, corra! Volte mais tarde e me conte como ela está.

Boni: Obrigado, Nene, estou indo. Muito obrigado. (Som de Boni saindo)

Fora na rua, som de carros e pessoas andando.

Bonibi: (fora do microfone) Pai! Pai!

Boni: Aqui está você, filho!

Bonibi: (ofegante, aproximando-se do microfone) Eles levaram os feridos para o Hospital Battor e mamãe entre eles.

Boni: Estou indo para lá agora.


Cena 4

No palácio do chefe.

Boni: Nene, voltei!

Nene: Entre, Boni. Como está sua esposa?

Boni: Eu consegui pagar os remédios dela, obrigado! Ela está muito doente, mas esperamos que ela se recupere. Agora vou começar a planejar como pagar o tratamento dela a longo prazo. Mais uma vez, obrigado pela sua ajuda, Nene!

Nene: A comunidade precisa se unir em tempos de tragédia.

Boni: E sobre a ponte, Nene? Alguma coisa precisa ser feita sobre aquela ponte antes que mais gente se machuque – a empreiteira fez um mau trabalho!

Nene: Eu sei e ouvi mais sobre o terrível acidente. Quando a calamidade nos atinge, preciso reunir coragem e decidir.

Boni: Nós nos descuidamos por tempo demais, a calamidade já nos atingiu. A hora de agir é agora ou nunca!

Nene: Concordo, precisamos assumir isso. Vá organizar as pessoas para que se reúnam na praça do mercado às três da tarde e vou falar para todos.

Intervalo musical de dez segundos, depois desaparece.

Som de tambor e vozes na multidão. A multidão silencia-se enquanto o chefe fala.

Nene: Meus caros filhos e filhas de bravos ancestrais! Bonikope é a nossa vida e o nosso futuro. Depois dos tristes acontecimentos de hoje, decidi manter um fórum aberto para podermos agir para evitar essas tragédias na nossa comunidade. O projeto de construir a ponte foi mal feito e não terminou. Ouvimos que o governo está erradicando a pobreza com projetos como este. Esses projetos, que deveriam nos ajudar, devem ser a fonte da nossa miséria?

Vozes na multidão: Não! Não! Não!

Nene: Não é o dinheiro que temos em nossos bolsos que nos diz se a pobreza foi erradicada. Só nos desenvolveremos como comunidade quando tivermos o poder de tomar decisões sobre assuntos que nos afetam. Esta ponte foi construída de forma incorreta e não atende às nossas necessidades. Meu povo, não temos participação nesses projetos? Estes projetos não são para o nosso futuro, nossas vidas, nossa vizinhança?

Vozes na multidão: (saudações de concordância) Sim! Sim!

Nene: Então precisamos todos assumir o controle e falar em uma só voz! Eu convoco vocês a formarem uma equipe de monitoramento de projetos em Bonikope.

Vamos acordar desse marasmo e fazer perguntas quando os projetos nos forem apresentados. Vamos considerar o custo do projeto, que benefícios de longo prazo ele vai trazer e usar o nosso conhecimento local acumulado por gerações. Para aliviar nosso sofrimento, precisamos de relações honestas e transparentes com o governo, serviços de qualidade e amenidades sociais confiáveis. Estes são os indicadores de que Bonikope é uma comunidade forte e bem sucedida. Coisas como água limpa e segura, oportunidades de emprego, eletricidade e uma boa rede de estradas. É hora de assumirmos a responsabilidade pelo nosso próprio futuro e expressar nossas opiniões e preocupações. Esta é a única forma de eliminar a pobreza na nossa comunidade.

Saudações na multidão. Sobre o ruído, ouvem-se gritos.

Vozes na multidão: Vida longa ao chefe… Sim… Sofremos tempo demais! Esta é a única forma de sobreviver! Apoiado! Apoio total!

Saudações da multidão e tambores, que desaparecem.

Apresentador: Aqui termina nosso radioteatro de hoje. Obrigado pela audiência. Ouça novamente (amanhã, na próxima semana etc.) o programa (nome do programa). Até lá!


Créditos:

Contribuição de Isaac Djagbletey, com assistência de Alexandra Hyde e Kofi Larweh, Rádio Ada, Gana.

Revisão: Ajoy Bista, candidato a PhD, Universidade de Guelph, Canadá.


A Rádio Rural Internacional (Farm Radio International) é uma organização canadense sem fins lucrativos dedicada a apoiar emissoras de rádio em países em desenvolvimento para fortalecer comunidades rurais e a agricultura em pequena escala.

Segundo a organização, o material da Rádio Rural Internacional pode ser copiado ou adaptado para distribuição gratuita ou a preço de custo, com crédito para a Rádio Rural Internacional e para as fontes originais.

Esta versão em português é um trabalho voluntário, independente da organização e oferecido gratuitamente para as emissoras de rádio dos países de língua portuguesa. O texto foi traduzido para o português do Brasil, mas pode ser adaptado com facilidade para o português falado em outras partes do mundo (para dúvidas sobre os termos empregados, utilize o formulário de contato em https://radioruralportugues.wordpress.com/creditos-e-contato/).

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