A Sociedade Cooperativa dos Agricultores de Uriri

Material produzido pela Rádio Rural Internacional em 1° de dezembro de 2011, como parte do pacote de informações n° 94.

Original em inglês disponível em: http://www.farmradio.org/radio-resource-packs/package-94-african-farm-radio-research-initiative-afrri/uriri-farmers-co-operative-society-limited/.


Observações para as emissoras:

Cooperativa ou sociedade cooperativa é um grupo organizado de indivíduos que se reúnem voluntariamente em busca de um interesse comum. Suas atividades são baseadas nas necessidades dos membros e, às vezes, nas da sua comunidade. No Quênia, os membros de uma sociedade cooperativa contribuem financeiramente para o estabelecimento da organização. Após o resgistro da sociedade, ela pode receber empréstimos ou doações. Uma sociedade cooperativa opera com normas e regulamentações para garantir administração adequada.

No Quênia, o tipo de sociedade cooperativa é baseado nos tipos de atividades conduzidas pela organização. Existem vários tipos de sociedades cooperativas, incluindo sociedades cooperativas de produtores, sociedades de comercialização e sociedades cooperativas de consumidores. Existem também cooperativas de crédito que fornecem apoio financeiro para membros da comunidade. Outro tipo é a sociedade cooperativa agrícola, na qual os pequenos agricultores se reúnem para produzir e vender seus produtos em conjunto. Isso inclui toda a cadeia de valores, desde os insumos e a mão de obra até o produto final.

A Lei das Cooperativas do Quênia estipula que uma sociedade cooperativa possui associação aberta com, no mínimo, dez membros. O número máximo é determinado pelos membros da cooperativa. Os membros associam-se à organização por livre escolha, embora os interesses dos membros sejam protegidos pelo Estado em uma cooperativa registrada. Em outras palavras, o Estado protege os membros contra qualquer tipo de mau tratamento.

Este roteiro apresenta uma sociedade cooperativa de agricultores cujos membros são produtores de soja. A cooperativa foi inaugurada em 2005 e ainda está ativa.

O roteiro é baseado em entrevistas reais. Você poderá utilizá-lo como inspiração para pesquisar e escrever um roteiro sobre um tema similar na sua região. Ou você poderá decidir produzir este roteiro na sua emissora, utilizando radioatores para representar as pessoas. Se o fizer, não se esqueça de dizer aos seus ouvintes no início do programa que as vozes são de atores e não das pessoas originalmente envolvidas nas entrevistas.


Roteiro:

Personagens:

  • Apresentador
  • Repórter
  • Presidente Alfred Mdeizi
  • Coordenador Chris Onyango
  • Mama Jacinta Anyango, cooperada e beneficiária do projeto
  • Sr. Ayub Mdachi, beneficiário do projeto

Apresentador: Boa noite, ouvinte, e bem-vindo ao programa de hoje sobre sociedades cooperativas. Hoje vamos viajar para o oeste do Quênia, até um lugar chamado Stella, no Distrito de Migori, na província de Nyanza. Lá, a Sociedade Cooperativa dos Agricultores de Uriri superou muito obstáculos para atingir o sucesso. Se você tem dúvidas sobre as cooperativas de agricultores, prepare-se para ter algumas respostas hoje. Mas, antes de visitarmos a cooperativa, vamos a um intervalo musical. Em seguida, nosso repórter de campo apresenta as pessoas que vão explicar como é feito o trabalho da cooperativa. Fique ligado!

Intervalo musical

Repórter: Olá, ouvinte! Apresento a você, em primeiro lugar, o presidente da Sociedade Cooperativa dos Agricultores de Uriri, Sr. Alfred Mdeizi. Sr. Mdeizi, seja bem-vindo e diga aos nossos ouvintes como a sua sociedade cooperativa foi formada, quem deu início a ela e quais as razões da formação da cooperativa.

Presidente Mdeizi: Obrigado. Os membros da Sociedade Cooperativa dos Agricultores de Uriri reuniram-se pela primeira vez em 2003 como grupo informal. O grupo foi composto de um núcleo de dez pessoas com pensamentos similares e vinte outros agricultores. Fumo e cana de açúcar eram os produtos mais lucrativos na região. Mas todos do grupo estavam preocupados com o efeito do fumo sobre o ambiente e a saúde. Também nos preocupamos com a má administração no setor de cana de açúcar nessa região. Os agricultores percebiam que as pessoas que administravam a cana de açúcar apenas reagiam às suas necessidades depois de muito tempo, ou depois de protestos dos agricultores. Alguns agricultores queimaram suas plantações de cana de açúcar porque não recebiam dos gerentes dentro do prazo, nem recebiam explicações pela razão do atraso no pagamento. Alguns agricultores abandonaram a cana de açúcar sem nenhuma ideia de qual produto traria algum sucesso para eles. Os produtores de fumo também se queixavam porque o cultivo de fumo era perigoso. O cultivo do fumo esgota o solo. Sem ver soluções imediatas, reunimo-nos na minha casa e discutimos os próximos passos a serem tomados.

Repórter: Nas suas reuniões, vocês encontraram uma atividade para gerar renda?

Presidente Mdeizi: Contribuímos com dinheiro para nosso fundo comum, mas não foi suficiente. Eu tinha um amigo cuja filha conhecia uma organização internacional chamada Instituto de Fertilidade e Biologia do Solo Tropical, ou TSBF. Ela acreditva que o TSBF poderia fazer uma parceria com o nosso grupo de agricultores. Então, ela nos ajudou a fazer contato com o TSBF em 2005. O TSBF estava promovendo a soja e interessou-se em fazer testes de campo com os agricultores. Eles queriam ver se a soja teria bons resultados nesta região e quais variedades teriam melhor resultado.

Naquela época, não tínhamos nenhuma estrutura formal, nem mesmo um escritório. Nós conduzíamos reuniões na minha casa. O grupo concordou em registrar-se como a Sociedade Cooperativa dos Agricultores de Uriri junto ao Ministério de Comercialização e Desenvolvimento das Cooperativas. Chegamos então a um acordo com o TSBF e juntos estabelecemos demonstrações de campo para pesquisa.

Repórter: Pelo que o sr. explicou, podemos chamá-lo de presidente fundador da Sociedade Cooperativa dos Agricultores de Uriri, certo?

Presidente Mdeizi: Sim, isso mesmo! Eu encabecei o estabelecimento da cooperativa, pois já estava envolvido no movimento dos agricultores do Quênia.

Repórter: Foi fácil convencer os agricultores a mudar de outros produtos para a soja?

Presidente Mdeizi: Não foi tão fácil. Mas os agricultores entenderam que havia muitas vantagens da soja sobre os outros produtos. A soja amadurece mais rápido que a cana de açúcar, que leva dois anos para amadurecer. E o fumo não é seguro nem para o solo, nem para a saúde humana. A soja é apropriada para uso doméstico, enquanto a cana de açúcar e o fumo não podem ser utilizados como alimentos domésticos.

Repórter: Por que a sua cooperativa é única?

Presidente Mdeizi: A cooperativa é única porque começou sem nenhum dinheiro. De fato, ela começou com o objetivo de melhorar as condições de vida dos agricultores e ajudá-los a resolver os seus problemas. A maioria das cooperativas é formada para fazer dinheiro, mas nós tínhamos a comunidade nas nossas mentes e corações.

Repórter: Como vocês operam?

Presidente Mdeizi: Nós operamos em sete regiões. Em cada região, existe um representante que atinge maior quantidade dos membros da comunidade. Estes, por sua vez, representam seus membros agricultores locais. Todos são produtores de soja.

Repórter: O número de membros aumentou?

Presidente Mdeizi: Sim. Nós começamos com trinta e hoje temos mais de 750 membros registrados, com mais de 1500 não registrados. Nosso coordenador Chris Onyango pode falar mais a respeito.

Chris Onyango: Em todas as sete regiões, promovemos reuniões de conscientização, barazas do chefe e dias de campo para apresentar a cooperativa aos membros não registrados (nota do editor: baraza é uma reunião para discutir problemas e outras questões). Também formamos escolas de campo de agricultores, nas quais os agricultores que não pertencem aos grupos de agricultores podem aprender sobre a produçao de soja, da preparação da terra até a colheita.

Repórter: Quais são alguns dos desafios que vocês enfrentaram?

Coordenador: Um dos obstáculos foi convencer os agricultores a começar a plantar soja. Isso foi difícil e levou tempo. A concorrência com as companhias de fumo e açúcar foi dura. Até certo ponto, essas companhias visitaram os agricultores e forneceram todos os insumos necessários. Nós não tínhamos os recursos para isso. Por isso, os agricultores que queriam as coisas fáceis optaram pelas companhias de açúcar e fumo.

No começo, foi também um desafio encontrar fundos para atingir agricultores que não se encontravam próximos. Mas isso agora é mais fácil. A cooperativa depende das vendas para pagar seus funcionários. A extensão é um desafio. Temos mais de dois mil agricultores para atingir e apenas um agente de extensão para coordenar todas as atividades. Tentei limitar ao máximo possível o número de visitas de campo, reunindo os agricultores em grupos. Isso ajuda a reduzir a carga de trabalho.

Repórter: Parece que o sr. coordena boa parte do trabalho de campo. E acho que o sr. interage muito com os agricultores. Por favor, mencione alguns dos benefícios que o sr. observou na comunidade a partir do cultivo de soja.

Coordenador: Existem muitos! A soja é um produto lucrativo para os agricultores. Ela também é apropriada para uso doméstico e, por isso, contribui com a egurança alimentar. Além de vender soja como material de plantio de variedade única ou misturas de variedades para processamento e consumo doméstico, pode-se agregar valor à soja. Ela pode ser transformada em produtos como leite de soja, iogurte de soja, bebidas de soja, samosas de soja, bolos, roscas, chapatis e muitos outros produtos.

A cana de açúcar leva dois anos para amadurecer. Os agricultores precisam esperar ainda mais tempo para que a fábrica lhes pague após a colheita. Por outro lado, se você plantar soja continuamente no mesmo terreno, depois de dois anos você terá recebido mais de três vezes a renda que conseguiria vendendo cana de açúcar. A soja também recupera o solo. Já o fumo e a cana de açúcar são fortes consumidores de nitrogênio e necessitam de fertilizantes caros.

Repórter: O sr. falou sobre histórias de sucesso. Qual a visibilidade dessas histórias de sucesso? Se eu fosse visitar a comunidade, eu veria essas histórias?

Coordenador: Posso contar histórias de sucesso que vejo na comunidade. Vejo que a condição de vida melhorou sensivelmente. Alguns agricultores agregam valor às suas próprias residências além das ações da cooperativa.

A cooperativa fornece leite e iogurte de soja para um programa escolar. O programa é dirigido a crianças HIV positivas. Seus assistentes podem testemunhar que as crianças estão mais fortes que antes de começarem a comer alimentos de soja, que fortalecem o sistema imunológico. Outro sucesso é que a cooperativa é capaz de comprar sementes dos agricultores diretamente da porta deles. Com isso, os agricultores economizam o tempo e o dinheiro necessários para deslocar-se até a sede da cooperativa.

Seria uma boa ideia falar diretamente com alguns beneficiários sobre os benefícios. Após um curto intervalo, podemos visitar Mama Jacinta Anyango e o Sr. Ayub Mdachi.

Intervalo musical

Apresentador: Estamos de volta. Nosso repórter viajou com o presidente da cooperativa para a oficina de costura de Mama Jacinta, a cerca de três quilômetros de distância. O presidente apresentou ao nosso repórter Mama Jacinta Anyango. Ela oferece o seu lado da história.

Mama Jacinta Anyango: Sou Jacinta Anyango, beneficiária do programa de soja. Comecei nos estágios iniciais do programa e também tenho o privilégio de ser a tesoureira da sociedade cooperativa. Desde que comecei, recebi treinamento do TSBF para a produção, administração e agregação de valor de soja. Meu maior interesse foi pela agregação de valor. Agora, não apenas ajudo na sociedade cooperativa, mas também sou convidada a preparar bolos para alguns casamentos.

Preciso falar a verdade e dizer que aprendi a preparar bolos com a cooperativa; eu não sabia como preparar bolos antes disso, mesmo com produtos diferentes de soja. Ocasionalmente, também faço bolos para as pessoas por encomenda. Ganhei muito, pois recebo o pagamento diretamente daqueles que encomendam meus serviços. Entrar na cooperativa fez-me ganhar um nome e reputação. E é muito fácil me encontrar. Basta procurar Mama do Bolo. Você me encontrará facimente se for ao centro comercial de Rapogi.

Repórter: Mama Jacinta, a sra. acha que as suas ações corretas são suficientes? Ela atende à demanda da comunidade?

Mama Jacinta Anyango: Não é o suficiente. Por isso, continuamos aumentando a consciência por meio de todas as reuniões ou fóruns que pudermos atingir. Eu quero que, se não todos, a maioria das pessoas compreenda como a soja reduz os gastos das residências. Apenas com soja, você pode elaborar uma bebida para o café da manhã e tomá-la com salgadinhos de soja, bolo, mandazis, samosas ou chapatis (nota do editor: os biscoitos são grãos de soja fritos e mandazis são uma espécie de pão frito).

Repórter: Qual o nível de participação das mulheres?

Mama Jacinta Anyango: Não é ruim, mas os homens ainda são maioria com relação às mulheres em todas as sete regiões em que trabalhamos.

Repórter: Muito obrigado, Mama Jacinta.

Apresentador: O coordenador e o repórter andaram em seguida até a casa do Sr. Ayub Mdachi. Ele havia acabado de voltar da fazenda. O coordenador apresentou o repórter ao Sr. Mdachi e a conversa continuou.

Sr. Ayub Mdachi: Estou ativo na cooperativa já há três anos. Eu já conhecia a Sociedade Cooperativa dos Agricultores de Uriri. Mas apenas soube da soja quando eles a promoveram em um fórum de sensibilização. Eu concordei rapidamente em começar a plantar soja porque já comprei produtos de soja no supermercado. Eu não tomo chá, mas sim bebidas de soja.

Eu dependo apenas da agricultura para sobreviver. Mas, desde que comecei a cultivar soja, consigo pagar mensalidades escolares facilmente. Hoje sei que usar soja é mais barato que ir ao mercado todo dia para comprar pão. Posso usar uma lata de dois quilos de soja por cinco dias, ao custo de 100 ou 120 xelins. Se eu fosse comprar pão todo dia, seriam dez pães em cinco dias a quarenta xelins cada um, o que é caro, cerca de 400 xelins. A soja também é mais nutritiva que o pão.

Repórter: Sei que, depois de ouvir essas declarações maravilhosas de Mama Jacinta e de Ayub, você poderá estar interessado em copiar o que eles fizeram.

Chris, aqui temos mais questões para o sr. Apenas ouvindo esses beneficiários, existem muitas experiências positivas. Como coordenador, o sr. tem o conhecimento e a capacidade de treinar membros a agregar valor e processar alimentos?

Coordenador: Sim, temos o conhecimento e a capacidade de treinar os membros nessas áreas. Aprendemos muito e alguns dos agricultores aprenderam comigo e não diretamente do TSBF.

Repórter: Quais são algumas das estratégias sendo usadas para garantir que a cooperativa seja sustentável?

Coordenador: Para ajudar a sustentar o projeto, desenvolvemos uma estratégia de reembolso de sementes. Os agricultores recebem sementes para plantio. Depois da colheita, eles devem devolver duas vezes a quantidade de sementes que receberem.

A cooperativa dirige-se atualmente ao sul de Nyanza, que ocupa a metade da província, antes de tentar ampliar-se e dirigir-se aos mercados nacionais e internacionais. Além disso, a cooperativa conta com participantes como o Ministério da Agricultura, o TSBF e o Ministério de Comercialização e Desenvolvimento Cooperativo. Estas organizações foram fundamentais para o sucesso da cooperativa.

Repórter: O sr. diria que está atendendo à demanda dos seus clientes?

Coordenador: Atualmente, nós produzimos até 60 litros de iogurte de soja por dia. Mas, como existe demanda por mais, nosso objetivo é conseguir uma máquina com maior capacidade. Assim poderemos atender nossos clientes com mais eficiência.

Repórter: Quais são os seus planos futuros para ajudar o projeto a progredir?

Coordenador: Estamos utilizando atualmente um moinho posho normal (nota do editor: moinho posho mói milho e outros grãos em farinha), mas esperamos ter um moinho especificamente para o processamento de soja. Já identificamos um mercado maior e, por isso, não estamos preocupados com a comercialização dos nossos grãos e sementes de soja.

Repórter: Obviamente, o projeto é economicamente bem sucedido. Ouvimos como ele aumenta a renda e reduz os custos. Ele é socialmente aceito na comunidade, possui apoio político?

Coordenador: Claro! Digo isso porque há diferentes tribos nesta região e quatro delas estão realmente envolvidas no projeto. Além disso, homens e mulheres podem plantar soja. As mulheres são principalmente treinadas a agregar valor por compreenderem melhor as questões nutricionais. Os jovens podem participar de todos os aspectos, incluindo a produção, administração e agregação de valor. Em termos de vontade política, nunca ouvi nem experimentei pessoalmente nenhum mal-entendido com os políticos. Então eu diria que eles apoiam o projeto. De fato, alguns membros das suas famílias são beneficiários do projeto.

Repórter: Algo mais, Chris?

Coordenador: Vamos continuar falando sobre esta iniciativa cooperativa que atrai pessoas de origens diferentes – pessoas de todos os modos de vida, esta cooperativa onde as pessoas podem aprender que os produtos novos para suas comunidades podem ser cultivados para alimento e para venda e onde eles podem aprender práticas agrícolas que funcionam para o bem de todos. No mais, Deus o abençoe e aguardamos você de novo.

Intervalo musical

Repórter: Muito obrigado a Chris, ao presidente da cooperativa e a todos os demais que ouvimos hoje.

Isso nos traz ao fim do nosso programa sobre as cooperativas. A cooperativa de hoje foi a Sociedade Cooperativa dos Agricultores de Uriri, com sede no oeste do Quênia. Como você ouviu, a principal atividade da cooperativa é a produção, administração, agregação de valor e a comercialização de soja. Eles trabalharam lado a lado com o Instituto da Fertilidade e Biologia do Solo Tropical. Até a próxima!


Créditos:

  • Contribuição de Rachel Awuor, Centro de Recursos Comunitários de Ugunja, Ugunja, Quênia, parceiro da Rádio Rural Internacional.
  • Revisão: John Julian, Diretor, Política e Comunicações Internacionais, Associação Canadense de Cooperativas.

Fontes de informação:

Entrevistas com:

  • Alfred Mdeizi Sagwa – Presidente, Sociedade Cooperativa dos Agricultores de Uriri, 13 de abril de 2011.
  • Chris Onyango – Coordenador, Sociedade Cooperativa dos Agricultores de Uriri, 14 de abril de 2011.
  • Jacinta Anyango – tesoureiro/beneficiário, Sociedade Cooperativa dos Agricultores de Uriri, 13 de abril de 2011.
  • Ayub Mdachi – Beneficiário, 14 de abril de 2011.

A Rádio Rural Internacional (Farm Radio International) é uma organização canadense sem fins lucrativos dedicada a apoiar emissoras de rádio em países em desenvolvimento para fortalecer comunidades rurais e a agricultura em pequena escala.

Segundo a organização, o material da Rádio Rural Internacional pode ser copiado ou adaptado para distribuição gratuita ou a preço de custo, com crédito para a Rádio Rural Internacional e para as fontes originais.

Esta versão em português é um trabalho voluntário, independente da organização e oferecido gratuitamente para as emissoras de rádio dos países de língua portuguesa. O texto foi traduzido para o português do Brasil, mas pode ser adaptado com facilidade para o português falado em outras partes do mundo (para dúvidas sobre os termos empregados, utilize o formulário de contato em https://radioruralportugues.wordpress.com/creditos-e-contato/).

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