Agricultores aprendem sobre composto no rádio – com ótimos resultados!

Material produzido pela Rádio Rural Internacional em 23 de setembro de 2014, como parte do pacote de informações n° 99.

Original em inglês disponível em: http://www.farmradio.org/radio-resource-packs/pakage-99-cassava-the-post-harvest-value-chain/farmers-learn-about-compost-manure-on-the-radio-with-great-results/.


 

Observações para as emissoras:

Muitos agricultores optam por fertilizantes orgânicos, incluindo composto, em adição ou substituição aos fertilizantes químicos. Quando elaborados com materiais disponíveis localmente, como resíduos de produtos, esterco animal e refugos da cozinha, o composto é uma forma barata e eficaz de aumentar a fertilidade do solo.

O composto mantém e melhora a textura do solo, reduz a erosão do solo, aumenta a matar as ervas daninhas e mantém a umidade no campo. Mas, apesar dessas vantagens, existem desafios para elaborar e usar o composto.

No Maláui, esses desafios estão em toda parte. Os agricultores do Distrito de Nkhotakota, às margens do Lago Maláui, por exemplo, usavam pouco composto porque eles achavam a sua elaboração demorada e difícil devido à falta de material.

Os agricultores também tinham conceitos errados, por exemplo, que o composto não seria tão eficaz quanto o fertilizante químico. Mas muitos especialistas agrícolas e agricultores que usaram composto por longos períodos perceberam que as suas vantagens compensam em muito esses desafios.

Neste roteiro, vamos saber como uma campanha radiofônica encabeçada pela Farm Radio Trust mudou a concepção de alguns agricultores do Distrito de Nkhotakota sobre o composto. Os agricultores relatam o que eles aprenderam sobre composto, seus benefícios e os desafios que enfrentaram.

O roteiro é baseado em entrevistas com membros de clubes de ouvintes de rádio envolvidos na campanha radiofônica, um funcionário agrícola do governo e um produtor de rádio.

Você poderá usar este roteiro como inspiração para pesquisar e desenvolver um programa de rádio sobre composto ou outras formas de promover a fertilidade do solo.

Se você decidir usar este roteiro como inspiração para criar o seu próprio programa, poderá considerar as seguintes questões:

  • O composto é usado na sua região?
  • Quais desafios são enfrentados pelos agricultores para elaborar e usar o composto?
  • Quais soluções foram criadas pelos agricultores para enfrentar esses desafios?
  • Existem provas de que o composto aumentou a produção ou trouxe outros benefícios para a sua região?

Além de falar diretamente com os agricultores e outros participantes importantes do setor agrícola local, você poderá também usar essas questões como base para um programa de chamadas telefônicas ou mensagens de texto.

Se você decidir produzir este roteiro na sua emissora, utilize radioatores para representar as pessoas. Se o fizer, não se esqueça de dizer aos seus ouvintes no início do programa que as vozes são de atores e não das pessoas originalmente envolvidas nas entrevistas.

Duração estimada do programa: 20 minutos, com a música de introdução e encerramento.


Roteiro:

Personagens:

  • Apresentador
  • Repórter de campo (George Kalungwe)
  • Agricultores (membros de clubes de ouvintes):
    • Chrissie Joe
    • Newton Mkundiza
    • Rene Banda
    • Maria Chande
    • Kingwell D. Banda
    • Hadija Chitunzu
    • Maria Chande
  • Produtor/apresentador da emissora de rádio comunitária de Nkhotakota: John Kisewe Mpakani
  • Coordenador de Desenvolvimento de Extensão Agrícola: Ethel Mwase.

Apresentador: Olá. Sou (nome do apresentador). Bem-vindo a (nome do programa), mostrando como os agricultores do Distrito de Nkhotakota, no Maláui, aprenderam os benefícios do composto com uma campanha radiofônica realizada pela Farm Radio Trust.

Com as mudanças climáticas e o aumento do custo dos insumos, os agricultores enfrentam muitos desafios. Para lidar com essas questões, eles estão sendo incentivados a adotar práticas agrícolas inteligentes para o clima, que incluem o uso de composto. O composto é uma alternativa atraente aos fertilizantes químicos para agricultores de baixa renda, particularmente mulheres agricultoras, pois ele pode ser feito com materiais disponíveis localmente.

Ao longo de um período de quinze meses, a Farm Radio Trust trabalhou com os agricultores, emissoras de rádio e outros parceiros para aumentar o uso de composto pelos pequenos agricultores.

Meu colega, George Kalungwe, fala com alguns agricultores da Autoridade Tradicional de Malengachanzi.

George Kalungwe: Por favor, apresente-se e diga como você adotou essa campanha de composto.

Newton Mkundiza: Sou Newton Mkundiza. A Farm Radio Trust consultou nosso chefe antes de conduzir o pojeto. O chefe mobilizou as pessoas para que fossem treinadas para a elaboração de composto. Achei muito útil, pois eu havia aprendido sobre a importância de composto quando estava na escola, mas nunca pratiquei o seu uso. Por isso, aproveitei esta oportunidade para tentar.

Chrissie Joe: Sou Chrissie Joe. Ficamos animados quando soubemos do projeto e realmente o abraçamos. Depois do treinamento, cada um de nós fez composto e o aplicou nos nossos campos. Minha colheita aumentou. Notei que o composto ajuda a manter a umidade no campo e, mesmo quanto tínhamos pouca chuva, ainda podíamos colher o suficiente.

Kalungwe: Quais tipos de produtos você cultivou usando composto?

Chrissie Joe: Usamos composto principalmente em milho. Algumas pessoas cultivam milho em colinas. Outros preferem cultivar milho usando plantio em covas. Em todas essas situações, o milho teve melhores resultados com composto. Quando costumávamos plantar sem composto, as espigas de milho eram muito pequenas e colhíamos talvez cinco ou seis sacos. Quando começamos a usar composto, eu colhi até dez sacos só no meu quintal.

Kalungwe: Sra. René Banda, quais produtos a sra. plantou com composto?

René Banda: Eu também uso composto na minha plantação de milho. Tenho um acre e meio de milho, costumava colher 18 sacos, mas consegui 31 sacos no ano passado.

Kalungwe: Sra. Maria Chande, quais mudanças a sra. viu desde que começou a usar composto?

Maria Chande: Primeiro, note que o lugar onde cultivo milho é muito arenoso e eu não esperava colher muito. Mas, depois de usar composto, consegui cultivar plantas muito altas e saudáveis e colhi 25 sacos.

Kalungwe: Senhor, acredito que o sr. usava anteriormente seu próprio composto. O sr. aprendeu algo novo sobre a compostagem?

Kingwell D. Banda: Sou Kingwell Banda. Anteriormente, nós apenas colhíamos cinza, esterco animal, lixo e empilhávamos tudo junto. Mas nós aprendemos como fazer composto adequado, não apenas recolher o esterco animal e aplicar no campo, mas sim aplicar a quantidade certa nos nossos campos.

Kalungwe: Perguntei a John Mpakani, produtor do programa da estação de rádio comunitária de Nkhotakota, como o programa começou.

John Mpakani: Em março de 2013, a Farm Radio Trust conduziu um estudo que concluiu que Nkhotakota é um dos distritos afetados pelas mudanças climáticas. Depois de consultar especialistas e agricultores no distrito, concordou-se que o uso de composto poderia ajudar a reduzir o impacto das mudanças climáticas sobre a agricultura.

A campanha radiofônica encorajou os agricultores a começar a fazer e usar composto. Antes, os agricultores locais elaboravam composto, mas não seguiam os métodos adequados. Este projeto ensinou aos agricultores os materiais certos, os métodos certos e a época certa de aplicar composto.

A campanha radiofônica começou a ser transmitida no início de junho de 2013 e seguiu até dezembro.

Apresentador: Você está ouvindo a (nome da emissora). Hoje estamos examinando como os agricultores aprenderam os benefícios da elaboração e uso de composto com uma campanha radiofônica no distrito de Nkhotakota, no Maláui.

Vamos ouvir daqui a pouco dos agricultores como o programa ajudou a aumentar a sua produção, quais os desafios do uso de composto e como melhor lidar com eles. Mas antes, meu colega George Kalungwe fala com Ethel Mwase, Coordenadora de Desenvolvimento de Extensão Rural da Área de Planejamento de Extensão de Linga.

Ethel Mwase: Nossas pesquisas demonstraram que a colheita dos agricultores era muito pequena em comparação com os anos anteriores. Descobrimos que a causa principal era a degradação do solo, causada por más práticas agrícolas.

Kalungwe: Existem muitas alternativas para aumentar a fertilidade do solo. Por que vocês escolheram composto?

Ethel Mwase: Sim, existem muitos métodos: agricultura de conservação, composto e outros, mas o nosso tempo era limitado e sentimos que o composto seria o método mais rápido e direto.

George Kalungwe: Os agricultores tradicionalmente utilizam composto. O que eles aprenderam de novo com a campanha radiofônica?

John Mpakani: Nós ajudamos os agricultores a compreender o que é o composto. Antes, eles apenas colocavam os excrementos das cabras ou vacas diretamente no campo. Isso queimava os seus produtos, o que gerou atitude negativa para o composto.
E a maior parte dos agricultores não conhecia os outros benefícios do composto, como fato de que ele ajuda a manter a umidade no solo.

Kalungwe: A sra. notou algum desconhecimento entre os agricultores?

Ethel Mwase: Os agricultores sabiam muito sobre composto, mas havia certas questões técnicas que eles não conheciam. Para composto em fossos, por exemplo, eles não sabiam as dimensões corretas do fosso, nem como carregar o lixo para o fosso para decomposição adequada. Os fossos normalmente têm um metro de profundidade e um metro de largura. Alguns agricultores que elaboraram composto nunca o utilizaram.

Kalungwe: Como vocês garantiram que os agricultores não apenas elaborassem composto, mas também o aplicassem nos seus campos?

Ethel Mwase: Nós dissemos aos agricultores que elaborassem o composto diretamente nos seus campos, para que não tivessem problemas para transportá-lo de casa.

Apresentador: Nós ouvimos a agente de extnsão rural e o produtor. Agora, George Kalungwe fala com os agricultores para saber como a campanha radiofônica os ajudou a aumentar seu conhecimento sobre composto.

Kingwell D. Banda: O rádio nos ajudou porque nos ensinou a ficar em alerta todo o tempo. Sempre que nos descuidávamos, ele aparecia como lembrete para ficarmos atentos.

Hadija Chitunzu: O rádio nos ajudou a aprender o que nossos colegas estavam fazendo em locais distantes. Tentamos praticar o que ouvimos.

Kalungwe: Um de vocês pode explicar rapidamente como fazer um tipo de composto?

Maria Chande: Sou Maria Chande. Virei mestre na elaboração de esterco em fossos. Tudo o que você precisa é de esterco de vacas, cabras ou galinhas, caules de milho secos e água.

George Kalungwe: Muito bem. Qual é a primeira etapa?

Maria Chande: Primeiro, nós cortamos os caules de milho em pequenos pedaços e misturamos com solo de formigueiro ou local de descarte de resíduos. Depois cavamos um fosso com um metro e meio de largura e um metro de profundidade. Colocamos em seguida uma camada de trinta centímetros de caules de milho no fundo do fosso e adicionamos uma camada de resíduo animal misturado com solo com cerca de três a cinco centímetros de espessura. Depois adicionamos um balde de água para umedecer as camadas. A umidade ajuda na decomposição dos materiais. Agregamos pelo menos dez ou quinze litros para garantir que os caules fiquem úmidos mas não enxarcados. Em seguida, adicionamos outra camada de caules de milho e depois outra camada de resíduos animais…

Kalungwe: Vamos resumir para os ouvintes. Primeiro, você corta caules de milho em pequenos pedaços e mistura com solo de formigueiro ou local de descarte de resíduos. Depois você cava um fosso com um metro e meio de largura e um metro de profundidade. Você adiciona uma camada de caules de milho no fundo. Depois você agrega uma camada de esterco animal misturado com solo e depois água. Depois outra camada de caules de milho e esterco animal. É isso?

Maria Chande: Sim. Algumas pessoas também gostam de despejar água no fundo do fosso antes de começar a empilhar as camadas.

De qualquer forma, continuamos a empilhar os caules de milho e o esterco animal e agregar um pouco de água até encher o fosso. Então, termina. Tenha cuidado para adicionar a quantidade certa de água – nem muito pouco, nem água demais. Em seguida, inserimos um bastão no meio do fosso. Depois de alguns dias, nós remvemos o bastão para ver se está quente. Se estiver quente, sabemos que o esterco está se decompondo.

Quando inserimos o bastão, agregamos uma camada de solo no topo do fosso para vedá-lo. Isso ajuda o calor a circular através das camadas e acelerar a decomposição.

Kalungwe: Quanto tempo leva todo esse processo?

Maria Chande: Não leva muito tempo. Em até um mês, o seu composto deverá estar pronto.

Apresentador: Faremos um pequeno intervalo. Na volta, vamos conhecer os desafios enfrentados pelos agricultores na elaboração e no uso do composto.

Intervalo musical, preferencialmente música sobre composto

Apresentador: Estamos de volta. Sou (nome do apresentador) e você está ouvindo (nome do programa) na (nome da emissora). Estamos observando como os agricultores aprenderam a fazer e usar composto ouvindo uma campanha radiofônica no Distrito de Nkhotakota, no Maláui.

Kalungwe: Conte-nos alguns dos desafios que você enfrenta na elaboração e uso de composto.

Kingwell D. Banda: Para uma pessoa mais velha como eu, é difícil cavar um fosso. Eu preciso contratar alguém para fazer isso para mim. Às vezes é difícil encontrar material. Você pode ter alguns caules de milho ou apenas um pouco de esterco animal e assim fazer apenas um pouco de composto.

Kalungwe: Como o sr. lida com falta de material?

Kingwell D. Banda: Se estivermos determinados a elaborar o composto, nós apenas contratamos alguns jovens para coletar os materiais para nós.

Kalungwe: E o Sr. Mkundiza?

Newton Mkundiza: De fato existem desafios, mas nós trabalhamos juntos como grupo para lidar com esses desafios. Se não conseguirmos encontrar caules de milho ou grama por perto, todos nós concordamos em começar a trabalhar nos jardins de uma ou duas pessoas. Nós coletamos o material e trabalhamos naquele campo, depois vamos para o campo de outra pessoa e assim por diante até terminarmos todos os jardins. Se não conseguirmos encontrar esterco animal, usamos solo de formigueiro ou local de descarte.

Kalungwe: Quais desafios enfrentam as mulheres?

Maria Chande: Temos problemas para encontrar água. Nós viajamos por longas distâncias porque não há poços por perto. Isso torna o trabalho muito difícil.

Kalungwe: Existe uma solução para este problema?

Maria Chande: Nós conhecemos os benefícios do composto e fazemos todo o possível para encontrar água. Andamos até quatro quilômetros para conseguir água.

Kalungwe: Existem outros problemas?

Chrissie Joe: O principal problema é a falta de esterco animal. Somos forçadas a comprar, ao contrário da água que podemos encontrar de graça, embora esteja longe.

Kalungwe: Quanto vocês pagam pelo esterco animal?

Chrissie Joe: Algumas pessoas nos cobram 200 kwachas (US$ 0,50) por um balde de esterco animal.

Kalungwe: De quanto esterco animal vocês precisam?

Chrissie Joe: Para cada fosso, eu compro três ou quatro baldes de esterco animal. Para garantir a produção de bom composto, eu misturo com solo.

Apresentador: Depois de ouvir os desafios enfrentados pelos agricultores, George Kalungwe ouviu o produtor da rádio, Joe Mpakani.

John Mpakani: Nós enfrentamos alguns problemas na promoção de esterco para agricultores durante a campanha. Um problema foi que o composto não exibe os seus benefícios no mesmo ano em que começa a usá-lo. Pode levar até três anos.

Houve também redução de material. A maior parte dos agricultores acreditava que a melhor forma de limpar os seus jardins era com fogo. Então eles queimavam os resíduos de milho, arroz, amendoim e feijão e terminavam sem material para preparar composto.

Alguns agricultores acreditavam que não precisavam empregar fertilizante químico no primeiro ano em que começavam a usar composto. Aconselhamos a usar composto e fertilizante químico por um ou dois anos.

Os agricultores enfrentaram problemas para encontrar esterco animal porque ninguém está mais disposto a fornecê-lo de graça – e é difícil encontrar dinheiro em uma área rural como esta. Dissemos aos agricultores que eles podem usar o solo sob as bananeiras ou qualquer outro lugar que ainda tenha solo virgem.

Água é outro problema. Em algumas aldeias, os agricultores realmente tiveram o acesso negado aos poços. Eles foram inundados com insultos de pessoas que achavam desperdício usar uma substância escassa como água para preparar composto em vez de beber.

As desigualdades de gênero também eram um problema. Algumas pessoas riam das mulheres cavando fossos para fazer composto, achando que esta era tarefa dos homens.

Kalungwe: Os agricultores dizem que a falta de materiais era um desafio. Falei sobre isso com a Sra. Mwase, agente de extensão rural.

Ethel Mwase: Os agricultores que se queixam de falta de materiais são aqueles que começam a preparar seu composto muito tarde. A melhor época para preparar composto é quando existem muitos resíduos de safra, pouco depois da colheita em abril, maio ou junho. Se houver atrasos, você verá as pessoas queimarem os campos para caçar ratos.

Nós incentivamos os agricultores a dividir o esterco animal com seus amigos e usar solo de árvores produtoras de adubo, como musangu (nota do editor: o nome científico da árvore é Faidherbia albida). Ele funciona tão bem quanto esterco animal.

Apresentador: Apesar dos desafios do uso de composto, os agricultores que usam composto na Autoridade Tradicional de Malengachanzi estão convencidos dos seus benefícios.

Maria Chande: Minha vida mudou significativamente desde que comecei a usar composto. Ele me permitiu colher mais produtos. A emissora de rádio também formou grupos de ouvintes e isso nos ensinou a importância de trabalhar em grupo. Você aprende muita coisa quando faz parte de um grupo. Você perde muito se trabalhar sozinho. Vou continuar empregando composto porque vi os seus benefícios.

Quero fazer mais composto este ano para colher mais produtos que no ano passado. Já preparei oito pilhas de composto em caixas e agora quero escavar dez fossos para ter composto suficiente este ano.

Hadija Chitunzu: O uso de composto trouxe grandes transformações para a minha vida. Costumávamos guardar o pouco milho que colhíamos para comer durante os meses fracos. Gastávamos todo o dinheiro que podíamos encontrar para comprar milho antes da estação chuvosa porque a nossa colheita era muito pequena. Mas as coisas mudaram. Nós não guardamos mais milho para comer nos meses fracos. Nós temos comida o ano inteiro.

Newton Mkundiza: No ano que vem, planejo usar parte do dinheiro que ganhar vendendo meu excesso de milho para criar animais. Quero comprar duas ou três vacas para não precisar mais comprar esterco animal para preparar composto.

Apresentador: Este foi Newton Mkundiza, agricultor da Autoridade Tradicional de Malengachanzi. Com ele terminamos este programa, que mostrou como os agricultores se beneficiaram de uma campanha radiofônica sobre composto, implementada pela Farm Radio Trust no Distrito de Nkhotakota, no Maláui.


Créditos:

Contribuição de George Kalungwe, Sub-Editor Chefe/Produtor, Zodiak Broadcasting Station, Maláui, parceira da Rádio Rural Internacional.

Revisão: Ethel Mwase, Coordenador de Desenvolvimento de Extensão Agrícola da Linga EPA, Escritório de Agricultura do Distrito de Nkhotakota, Nkhotakota, Maláui.

Fontes de informação:

Entrevistas com agricultores, agente de extensão rural e produtor de rádio: 20 de junho de 2014.

Este roteiro foi escrito com o suporte da Irish Aid.

Projeto realizado com apoio financeiro do Governo do Canadá, por meio do Ministério de Assuntos Externos, Comércio e Desenvolvimento (DFATD).


A Rádio Rural Internacional (Farm Radio International) é uma organização canadense sem fins lucrativos dedicada a apoiar emissoras de rádio em países em desenvolvimento para fortalecer comunidades rurais e a agricultura em pequena escala.

Segundo a organização, o material da Rádio Rural Internacional pode ser copiado ou adaptado para distribuição gratuita ou a preço de custo, com crédito para a Rádio Rural Internacional e para as fontes originais.

Esta versão em português é um trabalho voluntário, independente da organização e oferecido gratuitamente para as emissoras de rádio dos países de língua portuguesa. O texto foi traduzido para o português do Brasil, mas pode ser adaptado com facilidade para o português falado em outras partes do mundo (para dúvidas sobre os termos empregados, utilize o formulário de contato em https://radioruralportugues.wordpress.com/creditos-e-contato/).

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