Agricultores da Etiópia buscam respostas para problemas de doença em ensete

Material produzido pela Rádio Rural Internacional em 24 de março de 2015, como parte do pacote de informações n° 101.

Original em inglês disponível em: http://www.farmradio.org/radio-resource-packs/101-getting-and-using-audience-feedback-and-evaluating-radio-programs/ethiopian-farmers-search-for-answers-to-disease-problems-in-enset/.


Observações para as emissoras:

Vinte milhões de pessoas, ou um quarto da população da Etiópia, usam ensete como alimento. O sul da Etiópia é bem conhecido pela produção de ensete. Os agricultores cultivam a planta em todas as partes da região e ensete possui importância especial para as pessoas.

Em 1984, houve uma seca severa na Etiópia. Mas houve poucos problemas no sul e os produtos de ensete foram transportados do sul da Etiópia para outras partes do país. Embora outras safras fracassassem, ensete resistiu à seca e ajudou muitas pessoas a sobreviverem.

Ensete também é conhecido como falsa banana e seu nome científico é Ensete ventricosum. Ele faz parte da família das bananas e frequentemente é confundido com a sua prima amarela mais conhecida. Mas, ao contrário da banana, ensete não é cultivado pela sua fruta, mas pela polpa rica em amido no seu caule e cormo, que é a parte subterrânea do caule que se parece com uma batata.

Ensete cresce até dez metros de altura e um metro de diâmetro e pode gerar uma quantidade incrível de alimento: até 40 quilos em um único caule.

Pesquisadores descobriram mais de 600 variedades de ensete. Mas os agricultores etíopes estão descobrindo que a planta é cada vez mais sujeita a doenças, particularmente murchidão bacteriana causada por uma bactéria denominada Xanthomonas campestris.

Como os agricultores necessitam de solução para a doença de ensete, a Rádio Rural Internacional e outros parceiros estão trabalhando com emissoras de rádio locais no sul da Etiópia para transmitir uma série de programas de rádio sobre ensete, a fim de aumentar a produção e encontrar uma solução para os problemas de doença.

Este roteiro fornece informações sobre ensete e os problemas de doença de ensete. Ele foi produzido por meio de entrevistas com agricultores, especialistas agrícolas e pesquisadores.

Você poderá optar por apresentar este roteiro como parte do seu programa agrícola regular, usando as vozes de atores para representar as pessoas. Se o fizer, não se esqueça de dizer aos seus ouvintes no início do programa que as vozes são de atores e não das pessoas originais do roteiro.

Você poderá também usar este roteiro como inspiração para pesquisar e desenvolver um programa de rádio sobre ensete no seu próprio país.

Caso decida utilizar este roteiro como inspiração para criar o seu próprio programa sobre ensete, você poderá falar com agentes de extensão e agricultores na sua região e formular as seguintes questões:

  • Ensete é cultivado na sua região?
  • Ensete poderia ser cultivado na sua região? As condições de solo e clima são adequadas?
  • Há materiais de plantio disponíveis para ensete?
  • Os agentes de extensão conhecem o produto na sua região?

Além de falar diretamente com os agricultores e outros participantes importantes do setor agrícola local, você poderá usar essas questões como base para um programa de chamadas telefônicas ou mensagens de texto.

Obs.: kebele é a menor unidade administrativa da Etiópia. É similar a uma ala ou bairro. Kebeles são parte de woredas, ou distritos, eles próprios normalmente parte de uma zona que, por sua vez, compõem as regiões da Etiópia.

O tempo estimado de condução deste roteiro é de quinze a vinte minutos, incluindo a introdução e o encerramento.


Roteiro:

Apresentador: Ensete, também conhecido como falsa banana, é um membro da família das bananas frequentemente confundido com a sua prima amarela mais conhecida. Mas, ao contrário da banana, ensete não é cultivado pela sua fruta, mas pela polpa rica em amido no seu caule e cormo, que é a parte subterrânea do caule que se parece com uma batata.

Ensete cresce até dez metros de altura e um metro de diâmetro e pode gerar uma quantidade incrível de alimento.

Vinte milhões de pessoas, ou um quarto da população da Etiópia, usam ensete como alimento. O sul da Etiópia é bem conhecido pela produção de ensete. Os agricultores cultivam a planta em todas as partes da região e ensete possui importância especial para as pessoas.

Em 1984, houve uma seca severa na Etiópia. Mas houve poucos problemas no sul e os produtos de ensete foram transportados do sul da Etiópia para outras partes do país. Embora outras safras fracassassem, ensete resistiu à seca e ajudou muitas pessoas a sobreviverem.

Nós queríamos conversar com agricultores em áreas de cultivo de ensete no sul da Etiópia. Para isso, viajamos 360 quilômetros desde Addis Ababa, a capital da Etiópia, até o sul do país. A Zona de Kembata Tembaro é uma das regiões do estado regional popular, nacionalidades e nações do sul com enorme potencial para o cultivo de ensete. Nós deixamos a capital da zona para trás e viajamos para o oeste, em direção ao kebele de Azedebo. A região estava verde com plantas de banana e ensete à nossa direita e à nossa esquerda à medida que entrávamos em uma aldeia.

Começamos uma discussão sobre ensete com os moradores locais. Aqui estão algumas das suas vozes:

Voz do povo:

O clima está sempre mudando. Os produtos que os nossos pais costumavam colher agora desapareceram. Perdemos as variedades existentes de teff, cevada, feijão, limão e outras variedades originais.

Temos medo que agora a nossa safra de ensete venha a sofrer. A doença do ensete está se espalhando e estamos tentando combatê-la apenas com métodos tradicionais. Precisamos de métodos modernos de prevenção da doença. Estamos pedindo variedades melhoradas.

Sons naturais que depois diminuem

Apresentador: Os agricultores nos disseram que a doença de ensete é o problema mais importante enfrentado por eles. O primeiro agricultor que entrevistamos foi Yakob Godena. Ele respondeu nossas questões sobre o cultivo de ensete começando por este problema.

Yakob Gobena: Ensete é tudo para nós. Ele é útil para as pessoas e para os animais. Eu queria cultivá-lo de forma melhorada. Mas agora estou enfrentando a doença, que está prejudicando o ensete. Eu quero uma variedade resistente à doença.

Apresentador: Quando o sr. planta ensete?

Yakob Gobena: Eu costumava esperar pela chuva. Mas agora eu cavo a área de plantio um mês antes do início das chuvas. Isso me ajuda a ter uma boa safra. Costumávamos seguir os métodos tradicionais dos nossos avós. Mas agora, com os ensinamentos dos especialistas agrícolas, nós cavamos a área de plantio com antecedência e adicionamos esterco. Também aprendemos muito com o programa de rádio que é transmitido na nossa língua.

Apresentador: Quais lições o sr. recebeu do programa de rádio e dos especialistas?

Yakob Gobena: Eles nos dizem para manter a área limpa, removendo tudo o que possa ajudar a espalhar a doença, incluindo a parte doente da planta, solo contaminado e ferramentas contaminadas.

Apresentador: Que tipo de doenças o sr. vê?

Yakob Gobena: Existe uma que faz murchar as folhas: chamamos de gunfan. Existe outra que apodrece as raízes. Aprendemos um método natural de limitar a difusão da doença. Nós cortamos e enterramos a parte da planta que foi afetada pela doença. Também limpamos adequadamente o equipamento que usamos para o corte.

Apresentador: Os agricultores dizem que ensete permanece verde durante a estação seca porque ele retém muita água no seu caule e nas folhas. Por isso, ele não só embeleza o ambiente, mas também fornece uma brisa refrescante quando o tempo está quente. Ele é fonte de alimento todo o ano, mesmo durante a seca.

Ensete tem raízes profundas, que o tornam resistente à seca. Além disso, as partes da planta que são colhidas (o caule e a raiz) são mais resistentes ao mau tempo que as safras em floração. Os agricultores etíopes plantam e colhem ensete todo o ano, o que garante que eles tenham alimento suficiente todo o ano.

Este é o agricultor Bekele Segaro.

Bekele Segaro: Ensete é um produto mais útil que qualquer outro. Ele é alimento para os nossos filhos e para os nossos animais; é uma beleza no nosso ambiente; e existe demanda para ele no mercado. Podemos vendê-lo para comprar outras coisas de que precisamos.

Apresentador: Qual é o principal problema enfrentado com ensete?

Bekele Segaro: A doença do ensete tornou-se uma grande preocupação para nós. A doença é tradicionalmente conhecida como boqoqa. Ela murcha as folhas e apodrece o centro do caule.

Apresentador: Quais métodos tradicionais o sr. usou para lidar com essa doença?

Bekele Segaro: Nós costumávamos cortar a parte apodrecida e descartá-la no campo. Mas agora soubemos que ela pode ainda infectar outras plantas, a menos que a descartemos cuidadosamente e esterilizemos as ferramentas utilizadas para o corte.

Apresentador: Amarech Samuel é uma agricultora que concordou em falar conosco depois de muito convencimento. Nós a entrevistamos com um intérprete. Ela fala no seu próprio idioma sobre ensete, olhando para baixo todo o tempo.

Amarech Samuel: Ensete é uma planta perene que nos dá benefícios todo dia. Ele não precisa de água e temos benefício não só durante a estação chuvosa, mas todo o tempo. Quando queremos preparar algo diferente para nossas crianças comerem, nós vendemos o que fizemos com ensete e compramos o que queremos. A comida que fazemos com ensete dá calor, energia e força para os nossos filhos.

Mas uma doença está murchando e secando as folhas e a doença está se espalhando. Isso nunca havia acontecido antes. Algumas pessoas culpam as mudanças climáticas. Os especialistas agrícolas nos dizem que não fizemos monitoramento adequado das plantas de ensete para controlar a ocorrência e a difusão da doença.

Uma organização chamada Rádio Rural Internacional nos organizou em grupos de ouvintes e às vezes eu ouço o programa de rádio com meus vizinhos. Acredito que a doença vai diminuir se fizermos o que os especialistas aconselham. Mas seria bom se tivéssemos variedades de ensete resistentes à doença.

Apresentador: Ensete é considerado um produto das mulheres nesta região. Toda a renda obtida com a venda de produtos de ensete é usada pelas mulheres para os fins que elas decidirem. Tradicionalmente, nenhum homem perguntará sobre essa renda. Normalmente, as mulheres gastam em despesas domésticas, como roupas das crianças e produtos domésticos.

As agricultoras que entrevistamos disseram que estão conseguindo informações sobre métodos naturais de prevenção de doenças no rádio. Aqui estão os agricultores Samuel Selatu, Daniel Dukele e Getachew Fire falando sobre ensete.

Samuel Selatu: Nós plantamos ensete na nossa região no início de janeiro. Agora estamos em outubro e, por isso, estamos preparando a terra para o plantio. Adicionamos esterco, que ajuda a reter a umidade no solo.

Daniel Dukele: Nós plantamos ensete desde o tempo dos nossos avós. Ensete suporta a seca e nos protege contra a fome. O cultivo de ensete traz mais benefícios que qualquer outro produto. Mas agora precisamos ter cuidado para evitar a doença.

Getachew Fikre: Eu defino o ensete como a vara que usamos para bater na fome. Quando havia fome em diferentes partes do país no passado, nunca havia aqui. Ensete nos protege contra a fome. Ele também contém bons nutrientes que são úteis para os nossos filhos.

Música tradicional por alguns segundos

Apresentador: São três e meia da tarde e o tempo está quente. Estamos a caminho de uma segunda kebele. Animados pela brisa fresca das plantações de ensete, atravessamos as subidas e descidas da estrada rural em menos de uma hora. Em nossa companhia está Negussie Alemu, especialista agrícola que conhecemos na primeira kebele. Estamos em uma conversa vibrante sobre a doença do ensete e suas soluções. Aqui está Negussie Alemu.

Negussie Alemu: O maior problema enfrentado pelos agricultores é a podridão bacteriana, que afeta o caule. Estamos trabalhando muito para que os agricultores cuidem adequadamente da doença cortando e queimando as partes doentes da planta, esterilizando bem o equipamento utilizado para o corte. A segunda forma de evitar a doença de ensete é o cultivo de variedades que são tolerantes à doença. Ajudamos os agricultores a escolher e plantar variedades aprimoradas.

Apresentador: Chegamos ao nosso destino, a kebele de Zato Shodore. Estamos agora descansando sob uma árvore grande e falando com a Sra. Woizero Belaynesh Bekele.

Belaynesh Bekele: Ensete é um alimento básico. Ele é particularmente bom para as mães que acabaram de dar à luz. Os alimentos feitos com ensete estão sempre nas nossas mesas. Quando os nossos filhos comem alimentos feitos com ensete, eles não passam fome. Mas agora estamos enfrentando doenças do ensete que chamamos de buquqo e gunfan (nota do editor: palavras locais para “murchidão”). Queremos usar métodos modernos de prevenção.

Apresentador: Os agricultores desta kebele sabem como a doença do ensete se espalha como evitar que isso aconteça. Mas eles querem uma solução permanente para impedir a ocorrência da doença em primeiro lugar.

Os agricultores fazem três tipos principais de alimentos com ensete: kocho, amicho e bulla.

Kocho é feito raspando o caule da planta e enterrando as raspas no solo por alguns meses junto com um pouco de fermento. O kocho raspado e fermentado é picado em pedaços. Adiciona-se manteiga e especiarias para fazer diferentes tipos de pratos tradicionais, como pães. Kocho pode ser mantido embaixo da terra por três a quatro anos sem estragar. Kocho normalmente é comido com carne moída fina e apimentada e couve. Uma planta de ensete madura, com quatro a cinco anos de idade, pode produzir até 40 kg dessas raspas ricas em amido.

Amicho é feito fervendo-se o tubérculo. Certas variedades são boas fontes de amicho.

Bulla é extraído ou espremido de amicho e kocho picado. É um pó utilizado para fazer mingau. Bulla é um alimento leve para o estômago.

Os subprodutos da planta também são utilizados para fazer tapetes e as folhas e subprodutos alimentam o gado.

Está conosco Mearu Genetu, graduado em ciências das plantas e agrônomo na woreda Kedida Gamila.

Mearu Genetu:

Temos observado que a densidade de plantações de ensete diminuiu em algumas regiões devido às mudanças climáticas, que estão causando doenças em algumas das plantas. Os agricultores removem as plantas doentes dos campos e os plantios ficam mais espaçados.

As mudanças climáticas trouxeram várias doenças que estão se tornando um desafio para o cultivo de ensete. Mas a má administração da safra é a principal forma de difusão dessas doenças. Quando os agricultores plantam uma nova muda no mesmo lugar em que removeram uma planta de ensete doente, por exemplo, a nova planta pegará a doença do solo contaminado. Eles precisam remover o solo contaminado onde o ensete doente estava crescendo antes de plantar uma nova muda de ensete. O próprio solo contaminado precisa ser queimado.

Apresentador: Como vocês queimam o solo contaminado?

Mearu Genetu: Você cava um buraco e coloca o solo contaminado junto com a parte doente da raiz de ensete no buraco, coloca fogo, cobre e deixa em lenta combustão por um dia. Uma semana depois, você agrega solo novo e esterco para substituir os nutrientes perdidos e prepara a terra para plantar uma nova muda de ensete.

Estamos ajudando os agricultores a administrar a doença com maior eficácia. Recomendamos que eles cortem e enterrem as partes doentes de plantas de ensete e limpem o equipamento utilizado para o corte. Estamos recebendo variedades de ensete resistentes à seca e a doenças dos próprios agricultores e incentivamos o compartilhamento dessas variedades entre eles.

Às vezes vendemos variedades que foram desenvolvidas com o uso de pesquisa. Atualmente, estamos enfatizando a prevenção da doença trabalhando em conjunto com a Rádio Rural Internacional e o Centro de Pesquisas Agrícolas de Areka. Nós desenvolvemos um programa de rádio que difunde nossas atividades de extensão. As informações sobre a prevenção da doença e como cultivar e preparar ensete chega aos agricultores duas vezes por semana. Nossos trabalhadores têm dificuldade em fornecer essas informações pessoalmente até uma vez por mês.

Apresentador: Os agricultores do sul da Etiópia fizeram do programa de rádio a sua principal fonte de informações para a prevenção da difusão da doença de ensete. Eles também pediram outros métodos de prevenção da doença, especialmente substâncias eficazes e variedades resistentes a doenças e à seca.

Nós visitamos o Centro de Pesquisas Agrícolas de Areka, que coordena a pesquisa de ensete na Etiópia. Ashenafi Mekonen é um pesquisador do centro há sete anos. Ele sabe a importância de ensete para os agricultores e seus muitos benefícios. Ele nos explicou o que o centro está fazendo para evitar a difusão da doença.

Ashenafi Mekonen: O Centro de Pesquisas Agrícolas de Areka desenvolveu seis variedades que foram aprovadas e liberadas para os agricultores. Estamos também promovendo outra variedade dos agricultores chamada de Mazia, que é altamente tolerante à doença. Estamos trabalhando para garantir que essa variedade é amplamente distribuída.

Apresentador: Caro ouvinte, esperamos que você tenha aprendido algo sobre ensete e sua importância para os agricultores etíopes. Se você tiver qualquer comentário e sugestão, por favor, não deixe de enviar para a emissora de rádio. Na próxima semana, apresentaremos outro tópico. Até lá!


Créditos:

Contribuição de Haile Kassaya.

Revisão: Ashenafi Mekonen, Pesquisador de Extensão Rural do Centro de Pesquisa de Areka.

Fontes de informação:

Entrevistas com:

Agricultores:

  • Yakob Segaro, 26 de outubro de 2014.
  • Amarech Samuel, 26 de outubro de 2014.
  • Getachew Fikre, 26 de outubro de 2014.
  • Samuel Selatu, 27 de outubro de 2014.
  • Daniel Dukele, 27 de outubro de 2014.
  • Belaynesh Bekele, 27 de outubro de 2014.

Agrônomos:

  • Nigussie Alemu, 28 de outubro de 2014.
  • Mearu Genetu, 28 de outubro de 2014.

Pesquisador: Ashenafi Mekonnen, cinco de novembro de 2014.

Projeto realizado com apoio financeiro do Governo do Canadá, por meio do Ministério de Assuntos Externos, Comércio e Desenvolvimento (DFATD).

Este roteiro foi escrito com o suporte da Irish Aid.


A Rádio Rural Internacional (Farm Radio International) é uma organização canadense sem fins lucrativos dedicada a apoiar emissoras de rádio em países em desenvolvimento para fortalecer comunidades rurais e a agricultura em pequena escala.

Segundo a organização, o material da Rádio Rural Internacional pode ser copiado ou adaptado para distribuição gratuita ou a preço de custo, com crédito para a Rádio Rural Internacional e para as fontes originais.

Esta versão em português é um trabalho voluntário, independente da organização e oferecido gratuitamente para as emissoras de rádio dos países de língua portuguesa. O texto foi traduzido para o português do Brasil, mas pode ser adaptado com facilidade para o português falado em outras partes do mundo (para dúvidas sobre os termos empregados, utilize o formulário de contato em https://radioruralportugues.wordpress.com/creditos-e-contato/).

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