É melhor vender em conjunto: os benefícios da venda coletiva

Material produzido pela Rádio Rural Internacional em 23 de setembro de 2014, como parte do pacote de informações n° 99.

Original em inglês disponível em: http://www.farmradio.org/radio-resource-packs/package-99-cassava-the-post-harvest-value-chain/its-better-to-sell-together-the-benefits-of-collective-marketing/.


 

Observações para as emissoras:

A mandioca tornou-se uma iguaria e uma oportunidade de negócio lucrativa nos últimos tempos, em Dar es Salaam. Vendedoras vendem mandioca crua aos motoristas nos congestionamentos de tráfego nas estradas. A quantidade de consumidores que compram farinha de mandioca em lojas urbanas e supermercados está crescendo.

No passado, a mandioca foi consumida por muçulmanos e povos litorâneos, principalmente durante o Ramadã, como prato principal chamado futari, misturando-a com feijão e leite de coco e consumindo-a com um mingau apimentado. Mais para o interior, a mandioca era consumida no café da manhã e suas folhas como salada.

Mas agora, a mandioca deixou de ser apenas alimento de culturas específicas para tornar-se alimento nacional e lanche consumido cru, cozido ou frito como salgadinho. Ela agora é popular, aceita e consumida por pessoas de todas as camadas sociais.

Este roteiro examina a cadeia de valor da mandioca, os desafios da colocação da mandioca no mercado e como as vendas coletivas ajudam os produtores e os processadores de mandioca.

Você poderá optar por apresentar este roteiro como parte do seu programa agrícola regular, usando as vozes de atores para representar as pessoas. Se o fizer, não se esqueça de dizer aos seus ouvintes no início do programa que as vozes são de atores e não das pessoas originalmente envolvidas nas entrevistas.

Você poderá também usar este roteiro como material de pesquisa ou como inspiração para criar o seu próprio programa sobre a venda de mandioca e a cadeia de valor da mandioca no seu país.

Converse com produtores, processadores e especialistas sobre mandioca. Você poderá perguntar a eles:

Quais são as oportunidades de negócio para a produção e o processamento de mandioca na sua comunidade, região ou país?

Os agricultores formaram grupos de venda coletiva da sua mandioca ou farinha de mandioca? Esses grupos foram bem sucedidos?

Quais são os desafios da venda coletiva e quais soluções foram criadas pelos grupos?

O tempo estimado do programa, incluindo a introdução e o encerramento, é de cerca de vinte minutos.


 

Roteiro:

(Vinheta de abertura sobe e desce)

Apresentador: Olá, bem-vindo a este programa especial sobre mandioca. (pausa) Você reparou? Ultimamente, a mandioca tornou-se um alimento muito mais comuns nas ruas. Todos podem comprar um pedaço de mandioca crua ou frita por até cem xelins tanzanianos. Você pode encontrá-la nos acostamentos das estradas, em congestionamentos de trânsito – em toda parte! A farinha de mandioca também se popularizou. Você pode encontrá-la em muitas lojas e não só durante o Ramadã. Por que a mandioca ficou tão comum e tão popular?

Acompanhe enquanto exploramos a cadeia de valor da mandioca e falamos com produtores, processadores e um especialista sobre mandioca. Vamos ouvir muito sobre agricultores que estão se unindo para vender mandioca coletivamente. Você verá como os produtores e os processadores de mandioca estão ganhando a vida.

Som de floresta natural, vento e pássaros, depois som de partida de carro

Apresentador: Para entender como funciona a cadeia de valor da mandioca e aprender sobre a venda em grupos ou coletiva, eu visitei a Fazenda Ukaya no Distrito de Mukuranga, ao sul da cidade de Dar es Salaam. Aprendi muito com Matanga Joseph, um produtor e processador de mandioca que agora está lucrando com seus negócios de mandioca. Em seguida, vamos ouvir três pequenos produtores de mandioca – Salum Nakubabi e Fabiola Mkhorekha – e o cientista e especialista em mandioca, John Msemo.

(Vinheta de abertura sobe e desce)

Matanga: Bem-vindo à fazenda Ukaya. Meu nome é Matanga Joseph e sou produtor e processador de mandioca.

Apresentador: Poderia contar como o Sr. começou a cultivar e plantar mandioca?

Matanga: Comecei a plantar mandioca em 2011, porque era um bom negócio. Em vinte hectares de mandioca, colhi cinquenta caminhões que vendi a 400.000 xelins tanzanianos por caminhão. Mas, com o tempo, o preço da mandioca crua caiu muito para 80.000 xelins por caminhão, então decidi abandonar a produção e procurar um negócio alternativo. O cultivo da mandioca não era mais lucrativo devido aos altos custos de produção em comparação com o preço de venda. Mas então ouvi falar de uma máquina secadora a ar que havia sido solicitada por companheiros produtores de mandioca. Ninguém queria porque seu custo de condução era alto, então perguntei se poderia ficar com ela. A máquina pode processar 16.000 quilos de mandioca fresca em quatro toneladas de mandioca duas vezes por semana. Cada tonelada gera mil sacos de um quilo de farinha de mandioca.

Apresentador: Como o Sr. agregou valor à mandioca?

Matanga: Em vez de vender mandioca crua, agreguei valor processando-a em farinha. Então pude guardá-la e vendê-la sempre que quisesse, quando o preço fosse bom. Isso era melhor que vender mandioca crua, que precisa ser vendida imediatamente após a colheita e não pode ser mantida no chão por mais de nove meses. Meu custo de produção de um quilo de farinha de mandioca de alta qualidade era de 1.516 xelins e eu vendia a farinha por 1800 por quilo no atacado e 2000 no varejo. Isso me dava uma margem de lucro de 200 a 484 xelins por saco de um quilo.

Apresentador: Como a farinha de mandioca foi aceita no mercado?

Matanga: As pessoas adoravam porque ela era limpa e de boa qualidade.Ao contrário das minhas expectativas, houve grande demanda das cadeias de supermercados. Eu pude vendê-la pelo preço que quisesse. Precisei até procurar mais mandioca crua de outros produtores para atender à demanda de farinha de mandioca. Eu comprei mandioca de associações e mercados abertos. Eu paguei a pequenos agricultores preços melhores que os intermediários, que selecionam as raízes de mandioca pelos tamanhos que eles precisam. Eles só levavam as raízes de tamanho médio e deixavam o resto.

Apresentador: O Sr. comprou de agricultores que fazem vendas coletivas?

Matanga: Sim, de fato, as vendas coletivas facilitaram minha vida e meus negócios porque criaram um mercado já pronto para mandioca crua de todos os tamanhos. Eu posso comprar uma grande quantidade do grupo, em vez de lidar com agricultores individuais. E, ao contrário dos intermediários que compram mandioca com tamanhos específicos, eu compro toda a mandioca, independente do tamanho. Eu compro diretamente das fazendas e os agricultores economizam seus custos de transporte para o mercado. Também vou a mercados abertos onde os agricultores reúnem sua mandioca para vender em volume. Isso economiza o tempo de visitar agricultores individuais; economiza tempo e dinheiro nosso e deles.

Apresentador: De que outras formas o Sr. se beneficiou das vendas coletivas?

Matanga: As vendas coletivas ajudaram os agricultores a unir-se e colaborar para criar um mercado para a mandioca. Nós apenas combinamos onde e quando coletar a mandioca e pagamos o preço de atacado, em vez de negociar com agricultores individuais. Nós também compramos raízes de mandioca com um a dois anos de idade, que os outros compradores e mercados não querem, só os processadores. Pagamos de 100 a 600 xelins tanzanianos por quilo de raízes grandes que, não fosse por isso, iriam para o lixo. Assim, os agricultores têm a vantagem de vender a mandioca todo o ano.

Apresentador: Quais dificuldades o Sr. tem com as vendas coletivas?

Matanga: A maior dificuldade é que, apesar da nossa grande capacidade de comprar mandioca a granel, os agricultores não entendem que nem sempre podemos comprar quando eles querem vender. Temos quotas de produção e demandas de mercado para atender. Não podemos processar mandioca quando não há demanda dos consumidores. Temos que esperar o momento certo e ter clientes suficientes.

Apresentador: Qual é o seu conselho para os plantadores de mandioca?

Matanga: Eles não devem desistir da mandioca nem subestimá-la. A maioria das pessoas acha que a mandioca é um produto para aliviar a fome. É por isso que ela não é cultivada comercialmente. Seu plantio era escasso e os produtores não esperavam receber muito na hora da venda.

Apresentador: E para os consumidores?

Matanga: Meu conselho para os consumidores é levar a mandioca a sério. O processamento de mandioca é mais caro que o processamento de milho e é por isso que a farinha de mandioca é cara. Eles também deverão considerar o valor agregado pelo processamento e aceitar os preços como os de qualquer grão.

Apresentador: Obrigado, Matanga.

Vinheta/ligação

Apresentador: Depois de ouvir Matanga Joseph sobre o processamento de mandioca, aumento de valor e vendas coletivas, vamos falar com Salum Nakubabi. O Sr. Nakubabi é secretário dos plantadores de mandioca de Jitegemee em Mtwara, no sul da Tanzânia. Ele vai falar sobre as vendas coletivas e como elas mudaram a vida dele.

Salum: Sou um pequeno agricultor e comecei a plantar mandioca na minha pequena fazenda em 1983. Mas eu não recebia muito pela produção; dava apenas para comer e conseguir algum dinheiro extra. Em 2006, eu e alguns outros agricultores fomos apresentados aos grupos por funcionários de extensão do governo. Eles recomendaram que nós formássemos grupos para que eles pudessem nos ajudar mais facilmente, em vez de tentar ajudar cada indivíduo. Começamos com meio hectare de mandioca. Mas a administração do distrito viu nossos esforços e nos deu doze hectares. Usamos dez hectares para plantar mandioca comercialmente e meio hectare para uma fazenda modelo.

Apresentador: Que diferença fez o grupo e o trabalho coletivo para vocês?

Salum: Muito benefício… Antigamente, plantar mandioca tomava todo o meu tempo. Não havia descanso e tudo o que eu ganhava era gasto. O trabalho coletivo me deu tempo para descansar e aprender cultivo mais profissional de mandioca. Aprendemos a cultivar nossas próprias mudas que plantamos na nossa fazenda e vendemos para outros agricultores, para ganhar mais dinheiro. Recebemos mais atenção e treinamento dos agentes de extensão rural da municipalidade de Mtwara. Eles nos ensinaram como cultivar mandioca de boa qualidade e resistente a doenças que gerasse alto rendimento.

Apresentador: E as vendas coletivas? Elas fizeram diferença?

Salum: Antigamente, eu lutava para encontrar compradores no mercado para minha mandioca de baixa qualidade. Mas agora, a municipalidade nos traz grandes compradores e processadores de Mtwara e de outros lugares. Até os empresários nos conhecem e vêm comprar de nós pelo preço que queremos, porque a nossa mandioca é de alta qualidade. Ficamos conhecidos de organizações não governamentais e nos conectamos a mercados externos. Recebemos ajuda profissional para ampliar nossos negócios com a mandioca. Entrar nos grupos salvou minha vida e aumentou minha renda.

Vinheta/ligação

Apresentador: Agora vamos ouvir o ponto de vista de uma mulher sobre os negócios de mandioca e os benefícios da venda coletiva.
Bem-vinda, Fabiola Mkorekha. Por favor, pode nos dizer como a Sra. se beneficiou das vendas coletivas?

Fabiola: Como não tenho instrução, sou casada e mãe de cinco filhos, o plantio de mandioca era o único negócio que eu conhecia – todos faziam para ter comida e dinheiro. Eu costumava plantar na minha pequena fazenda, comer com minha família e vender o restante no mercado para pagar despesas extras e conseguir um pouco de dinheiro.

Apresentador: Como a Sra. começou com as vendas coletivas?

Fabiola: Depois de trabalhar independentemente por algum tempo sem ganhar muito, ouvi de outros agricultores em uma aldeia vizinha. Eles contaram como a vida deles havia melhorado com a formação de grupos e trabalho coletivo e como isso atraiu apoio do governo e de organizações não governamentais para os seus grupos.

Apresentador: Como a Sra. entrou nas vendas coletivas e quais benefícios a Sra. teve?

Fabiola: Não foi fácil convencer os outros agricultores a unir-se e trabalhar coletivamente. Mas, um dia, todos nós concordamos e formamos em 2013 um grupo Jipe Moyo, que quer dizer “incentivo”, com dezoito membros. Começamos com um hectare que foi doado pela aldeia e agora expandimos para uma fazenda de três e meio hectares.

Sons da aldeia

Apresentador: Qual foi o resultado dos seus esforços?

Fabiola: O grupo nos uniu e também criou socialização e amizade, fortalecendo-nos social e economicamente. Eu recebi os benefícios combinados de receita da venda da mandioca e conhecimento profissional sobre a produção de mandioca. Também aprendi a agregar valor à mandioca fazendo bolos e pães. Antigamente, o meu conhecimento de farinha de mandioca se limitava a cozinhar ugali (nota do editor: mingau espesso). O dinheiro que o grupo recebeu foi dividido entre nós e economizamos algum para uso em um esquema de poupança e empréstimo. Peguei emprestados 120.000 xelins tanzanianos para suplementar meus cultivos criando um negócio de compra e venda de roupas femininas.

Apresentador: Puxa, a Sra. é empreendedora!

Fabiola: (risos) Sabe, eu nunca costumava ter meu próprio dinheiro. Eu costumava admirar as coisas, mas não tinha dinheiro. Mas, depois que comecei meu negócio de vitenge para mulheres (nota do editor: “vitenge” é roupa em suaíli), fiquei mais independente e não dependo mais do meu marido para ter dinheiro. Eu usei os lucros para levar meus flhos para a escola e comprei para mim uma penteadeira, um guarda-roupa, uma cama e um colchão! Eram os meus sonhos! Mas agora eles se tornaram realidade e sou uma mulher feliz e satisfeita, graças às vendas coletivas! Eu ultrapassei minhas expectativas. Peguei emprestados 120.000 xelins e ganhei 150.000 xelins! Terminei de pagar o empréstimo, devolvi o capital e tive um lucro de 30.000 xelins.

Apresentador: Obrigado, Fabiola; isso é impressionante. Parabéns!

Fabiola: Muito obrigada pela oportunidade.

Vinheta do programa

Apresentador: Obrigado, Matanga, Salum e Fabiola, por compartilhar suas experiências sobre a cadeia de valor da mandioca e os benefícios das vendas coletivas.

Depois de falar com pequenos agricultores sobre vendas coletivas, vamos agora ouvir um especialista em mandioca do governo sobre a sua experiência de vendas coletivas. Bem-vindo, John Msemo, Pesquisador Agrícola Sênior do Ministério da Agricultura, Segurança Alimentar e Cooperativas e especialista em mandioca pós-colheita.

Msemo: Obrigado. Para mim, a mandioca é um bom negócio que pode ser feito por qualquer pessoa. A demanda do mercado é maior que a oferta para tubérculos crus e farinha de mandioca processada. Incentivamos os pequenos agricultores a formar grupos e cooperativas, para poderem ter maior poder de produzir, processar, negociar e cultivar de forma lucrativa.

Apresentador: Por que eles deveriam formar grupos se podem fazer tudo individualmente e ter os mesmos benefícios?

Msemo: Uma das dificuldades são as más ligações entre os diferentes participantes da cadeia de valor, como entre os moinhos e os agricultores. Os moinhos poderão precisar de mais mandioca que um agricultor individual pode fornecer. Mas, se você trabalhar em grupo, poderá abastecer esses moinhos. Além disso, se os agricultores estiverem em grupo, é mais fácil dar a eles assistência governamental sobre materiais de plantio aprimorados, agregando valor e tecnologia de processamento. Isso economiza energia e recursos que seriam divididos entre os agricultores individuais.

Apresentador: E sobre o financiamento?

Msemo: É fácil para o governo e outros participantes apoiar grupos que agregam valor à mandioca. Além disso, é mais fácil para os grupos ter acesso a empréstimos, pois os grupos agem como garantia para os empréstimos; não é fácil para os indivíduos ter garantias para acesso a empréstimos. O equipamento para trabalhar com mandioca é muito caro; nem todos podem pagar pelas máquinas e nem mesmo sabem onde conseguir dinheiro para comprá-las. Você também precisa de um abrigo para guardar o equipamento, secar e armazenar a mandioca. É mais fácil ter acesso a um abrigo por meio do governo local quando os agricultores trabalham em grupos. Se os agricultores formarem grupos, os bancos terão mais confiança para conceder empréstimos aos agricultores. Isso pode ampliar a sua produtividade, agregar valor à sua produção e fornecer poder de compra para estabelecer os preços de venda de mandioca crua e processada.

Apresentador: Obrigado, Msemo, pela sua valiosa contribuição sobre a necessidade e a importância das vendas coletivas.

Msemo: Eu agradeço.

Apresentador: Este foi John Msemo, funcionário do governo e especialista em mandioca, com sua opinião sobre os esforços do governo da Tanzânia para promover o cultivo, processamento e vendas coletivas de mandioca, as dificuldades enfrentadas pelos pequenos agricultores e as oportunidades para a mandioca no mercado. Também ouvimos Matanga Joseph, Salum Nakubabi e Fabiola Mkorekha, agricultores e processadores de mandioca que nos forneceram informações sobre a cadeia de valor da mandioca e os benefícios das vendas coletivas.

As vendas coletivas fornecem o benefício adicional de ajudar os pequenos agricultores a competir mais eficientemente com os grandes produtores, processadores e intermediários de mandioca, que às vezes se aproveitam dos agricultores, reduzindo seu poder de barganha e limitando seu mercado e sua renda.

Obrigado por ouvir (nome do programa). Até a próxima, comigo, (nome do apresentador). Fique ligado!

Vinheta de encerramento


Créditos:

Contribuição de Raziah Mwawanga.

Revisão: John Msemo, Centro de Pesquisa de Kibaha, Ministério da Agricultura, Segurança Alimentar e Cooperativas, Tanzânia.

Fontes de informação:

Entrevistas:

  • John Msemo, julho de 2014.
  • Matanga Joseph, agosto de 2014.
  • Salum Nakubabi, agosto de 2014.
  • Fabiola Mkorekha, agosto de 2014.

Projeto realizado com apoio financeiro do Governo do Canadá, por meio do Ministério de Assuntos Externos, Comércio e Desenvolvimento (DFATD).


A Rádio Rural Internacional (Farm Radio International) é uma organização canadense sem fins lucrativos dedicada a apoiar emissoras de rádio em países em desenvolvimento para fortalecer comunidades rurais e a agricultura em pequena escala.

Segundo a organização, o material da Rádio Rural Internacional pode ser copiado ou adaptado para distribuição gratuita ou a preço de custo, com crédito para a Rádio Rural Internacional e para as fontes originais.

Esta versão em português é um trabalho voluntário, independente da organização e oferecido gratuitamente para as emissoras de rádio dos países de língua portuguesa. O texto foi traduzido para o português do Brasil, mas pode ser adaptado com facilidade para o português falado em outras partes do mundo (para dúvidas sobre os termos empregados, utilize o formulário de contato em https://radioruralportugues.wordpress.com/creditos-e-contato/).

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