Pagamento a agricultores por serviços ambientais

Material produzido pela Rádio Rural Internacional em 1° de abril de 2009, como parte do pacote de informações n° 87.

Original em inglês disponível em: http://www.farmradio.org/radio-resource-packs/package-87/forest-communities-generate-income-while-conserving-their-environment/.


Observações para as emissoras:

A terra é um recurso que exige investimentos dos agricultores. Os benefícios vêm depois de um certo tempo, dependendo do tipo de produto plantado e do tempo necessário para o amadurecimento. Neste roteiro, os agricultores aprenderão como o Centro Mundial de Agroflorestamento, o Programa de Ciência da Sustentabilidade da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e o Departamento Florestal do Governo do Maláui estão treinando os agricultores para investir na sua terra, cultivando árvores que armazenarão carbono e fornecerão lenha e madeira de construção para os agricultores. A lenha e a madeira de construção somente trazem benefícios depois de alguns anos. Como os agricultores não se beneficiarão pessoalmente por alguns anos, os treinadores pagam a eles uma certa quantidade de dinheiro pelo uso da sua terra, pelo seu trabalho e pelo manuseio adequado das árvores. O valor do primeiro pagamento dependerá da quantidade de árvores plantadas, enquanto os pagamentos seguintes dependerão da quantidade de árvores que sobreviverem.

Haverá uma avaliação no final dos três anos do projeto, para descobrir se os pagamentos tiveram algum impacto sobre as práticas agrícolas e como os agricultores usaram o dinheiro. As instituições colaboradoras também descobrirão se há agricultores que abandonaram o projeto antes dele chegar ao seu final. Quais foram os problemas enfrentados? Eles observarão as características dos agricultores que saíram do projeto e daqueles que cuidaram bem das suas árvores. Eles descobrirão se as mulheres cuidam melhor das árvores que os homens. Eles descobrirão se residências com mais membros cuidam melhor das suas árvores que aquelas com menos pesoas e se esse plantio de árvores afeta a produção de milho dos agricultores.

Este roteiro é baseado em entrevistas reais. Você poderá utilizá-lo como inspiração para pesquisar e escrever um roteiro sobre um tópico similar na sua região. Ou poderá decidir produzir este roteiro na sua emissora, utilizando radioatores para representar as pessoas. Se o fizer, não se esqueça de dizer aos seus ouvintes no início do programa que as vozes são de atores e não das pessoas originalmente envolvidas nas entrevistas.


Roteiro:

Apresentador: Olá a todos. Hoje vamos saber como uma parceria entre o ICRAF, Centro Mundial de Agroflorestamento, o Programa de Ciência da Sustentabilidade da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e o Governo do Maláui está ensinando aos agricultores do Maláui a importância de dedicar um pedaço de terra ao plantio de árvores, para sequestro ou armazenagem de carbono e para a produção de lenha e madeira de construção. Nesse projeto, os agricultores serão pagos pela dedicação de um pedaço da sua terra e pelo seu tempo e esforço. Até o final do programa, vou chamar os parceiros do projeto de ICRAF e seus colaboradores.Fique ligado! Eu sou Andrew Mahiyu.

Música por dez segundos, depois desaparece

Apresentador: Estou falando com o Dr. Oluyede Ajayi, Cientista Sênior do ICRAF no Maláui. Dr. Ajayi, soubemos que o ICRAF e seus colaboradores estão conduzindo um projeto em Ntchisi, uma cidade na região central do Maláui. O Sr. poderia nos contar de que se trata o projeto?

Oluyede Ajayi: O ICAF vem trabalhando no Maláui há cerca de uma década. Usamos árvores com vários propósitos. Temos árvores que podem fixar nitrogênio ou árvores fertilizantes; temos árvores de forragem, árvores que os agricultores plantam para gerar alimento para os seus animais; e temos árvores lenhosas, árvores que os agricultores podem plantar e, depois de três a quatro anos, podem ser usadas como lenha ou madeira de construção. Em vez de destruir a floresta, as pessoas têm suas próprias árvores para lenha. O ICRAF desenvolveu todas essas tecnologias ao longo de vários anos. Agora percebemos que existe um potencial para que os agricultors também se utilizem do novo fenômeno de plantio de árvores para que elas possam sequestrar carbono. Quando digo que elas “sequestram” carbono, isso significa simplesmente que as árvores armazenam carbono. Por meio do sequestro de carbono, as árvores removem carbono da atmosfera. A remoção de carbono da atmosfera e sua armazenagem em árvores reduz o aqueciento global, o que é um benefício mundial. Os agricultores plantarão árvores de mogno africano (Khaya nyasica) em um pedaço de terra e receberão um certo valor em dinheiro pelo seu tempo, terra e esforço. O mogno africano é uma árvore nativa da região que produz madeira valiosa depois de alguns anos.

Apresentador: Em qual terra se está tentando esse projeto?

Oluyede Ajayi: Na verdade, na própria terra dos agricultores. Explicamos o projeto aos agricultores e trabalhamos com as autoridades agrícolas e florestais do distrito, além da sede do Diretor de Serviços de Extensão Rural. Também convocamos os Diretores do Departamento Florestal nas suas sedes. Depois de explicar o projeto aos agricultores, dissemos que queremos agricultores que possam estar interessados. Muitos agricultores mostraram interesse. Explicamos a eles o que queremos que eles façam e dissemos a eles que não podíamos assumir todos. Usamos um processo de amostragem razoável e assinamos contratos com 176 agricultores. Queríamos agricultores que possuíssem pelo menos meio acre de terra para dedicar a este projeto.

Apresentador: Então, depois de escolher os agricultores, o que eles precisaram fazer?

Oluyede Ajayi: Fornecemos mudas a eles e demos o treinamento necessário por meio das Autoridades Florestais do Distrito e das Autoridades de Treinamento Agrícola do Distrito. Pedimos a eles que plantassem essas árvores e tomassem conta delas. Em retorno, eles receberiam o montante em dinheiro definido a cada ano. No primeiro ano, os agricultores receberão o montante total definido no contrato e, no segundo e no terceiro ano, eles receberão com base na proporção de árvores sobreviventes no seu campo.

Apresentador: Então esses agricultores não receberão todo mês. É isso?

Oluyede Ajayi: Exatamente. Os pagamentos serão feitos em quatro parcelas. Após os primeiros seis meses, os agricultores receberão o valor total definido no contrato. Depois de mais seis meses, eles receberão com base na sobrevivência das árvores nos seus canteiros. Assim, no primeiro ano, eles receberão duas vezes, uma vez no segundo ano e uma vez no terceiro ano.

Apresentador: O Sr. pode dizer-nos o valor que cada agricultor irá receber?

Oluyede Ajayi: Pagaremos a eles até 12.000 kwachas malauianos (nota do editor: US$ 85 ou 66 Euros) pelo contrato total, ou seja, 3000 durante cada um dos quatro períodos. O primeiro pagamento acontece depois de seis meses. O valor a ser pago depois de um ano dependerá da taxa de sobrevivência das árvores.

Apresentador: Parece que os agricultores serão os beneficiados pelo projeto. Por que vocês estão pagando a eles quando sabem que eles serão os donos das árvores?

Oluyede Ajayi: Vou explicar. Vamos considerar o milho como exemplo. Se os agricultores plantarem milho hoje, depois de quatro a cinco meses eles terão os benefícios do milho; eles podem vender o milho e ganhar com isso. Mas, quando os agricultores investem seu dinheiro plantando e cuidando de árvores, isso custa dinheiro, mas os benefícios só vêm depois de 15 a 20 anos, quando as árvores estão prontas para transformação em lenha. Por isso, estamos tentando preencher esta lacuna. Nós os treinamos e damos algum dinheiro para que dediquem sua terra e seu trabalho. A longo prazo, eles aprenderão a apreciar a importância de investir em projetos como este. Depois do terceiro, do quarto e do quinto ano, o custo de cuidar essas árvores vai cair, mas inicialmente o custo do cultivo dessas árvores é mais alto.

O benefício irá para cada agricultor individual que participar. Todas as árvores que sobreviverem voltarão para os agricultores, que as usarão como lenha. Depois do término do projeto, nós faremos uma avaliação. Observaremos o impacto dos pagamentos feitos aos agricultores e como eles usaram o dinheiro que receberam pelo cultivo das árvores. Também descobriremos se alguns agricultores abandonaram o projeto antes dele chegar ao seu final. Quais foram os problemas que eles enfrentaram? Existem certas características de agricultores que saíram do projeto? Existem características dos agricultores que cuidaram bem das árvores? As mulheres cuidaram das árvores melhor que os homens? As residências com maior quantidade de membros cuidaram das árvores melhor que aquelas com menos pessoas? Estes são os tipos de questões que vamos responder no final do projeto. Vamos colaborar com nossos parceiros do Programa de Ciência da Sustentabilidade da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, para avaliar o projeto. Mas, por enquanto, o nosso interesse está no treinamento dos agricultores para cuidar das árvores e ter certeza de que eles sabem que são os donos das árvores. A terra é deles e as árvores também.

Apresentador: Vocês já tentaram esse projeto em outro lugar? Se tentaram, qual foi o resultado?

Oluyede Ajayi: Nós tentamos na Ásia, no Vietnã, e funcionou muito bem. Plantando e cuidando das árvores, os agricultores estão fornecendo serviços para a comunidade global. Além de fornecerem madeira para os agricultores, as árvores fornecem outros serviços, como a absorção ou o sequestro de carbono. Esse sequestro de carbono não beneficia apenas os agricultores; é um benefício para a comunidade global, para todo o planeta. Por isso, você pode considerar este projeto como uma forma da comunidade global dar algum tipo de recompensa ou compensação por todos os esforços desenvolvidos pelos agricultores.

Apresentador: O que o Sr. aprendeu com o trabalho com os projetos de árvores no Maláui?

Oluyede Ajayi: Descobrimos que os três primeiros anos, quando as árvores ainda são jovens, são os mais críticos e é nesse ponto que os agricultores precisam de mais assistência. Esse é o momento em que os agricultores precisam colocar mais dinheiro para cuidar das árvores, adubando-as e regando-as se houver pouca ou nenhuma chuva. Mas, depois de quatro ou cinco anos, as árvores terão raízes fortes e a quantidade necessária de recursos para cuidar das árvores será menor. Nessa época, as árvores estarão totalmente formadas e terão algum acesso a carbono na atmosfera.

Apresentador: Por que vocês estão tão preocupados com o carbono?

Oluyede Ajayi: Todo mundo deveria se preocupar com o carbono, pois a quantidade crescente de carbono na atmosfera é o que está causando as mudanças climáticas. As mudanças climáticas são uma questão importante em todo o mundo, não apenas nos países em desenvolvimento, mas também nos países desenvolvidos. A África e o mundo em desenvolvimento serão os mais afetados pelas mudanças climáticas. Por isso, é interesse de todos fazer o possível para adaptar-se às condições alteradas causadas pelas mudanças climáticas, além de tentar reduzir ou atenuar as mudanças climáticas. Este projeto é uma forma de reduzir as mudanças climáticas.

Apresentador: (Pausa, depois falando para os ouvintes) Eu visitei o escritório agrícola onde o projeto está sendo realizado e encontrei Andrew Msosa, que é o responsável por conservação de recursos da terra do distrito de Ntchisi.

Andrew Msosa: De fato, temos esse projeto em Ntchisi. O projeto durará quatro anos. Os agricultores plantarão mogno africano para sequestrar carbono. Eles receberam bem o projeto devido aos benefícios que serão alcançados. Solos mais férteis aumentarão a segurança alimentar e fornecerão madeira, além de sequestrar carbono.

Apresentador: Entendo que os agricultores receberão pagamento após seis meses e anualmente em seguida. É isso mesmo?

Andrew Msosa: Sim, exatamente. Precisamos compreender que a terra é um recurso valioso. Se um agricultor sacrifica um pedaço de terra para cultivar árvores, aquela terra não será utilizada para safras anuais pelos próximos quinze a vinte anos. Como o agricultor não ganhará nada com aquela terra por um longo período de tempo, isso pode ser considerado prejuízo para o seu negócio agrícola. Por isso, vamos pagar aos agricultores para incentivá-los a escolher o cultivo de árvores.

Apresentador: (Pausa e depois falando para os ouvintes) Michael Saulos Kankondo é um agricultor que está participando do projeto e está feliz por receber mudas de árvores.(Falando para o Sr. Kankondo) Sr. Kankondo, diga-nos como o Sr. recebeu essas mudas de árvores. Como tudo começou?

Michael Saulosi Kankondo: Soubemos que o ICRAF nos daria árvores de mogno africano. Nós os recebemos cheios de esperança. Sabemos que nossos filhos se beneficiarão com essas árvores. Todos foram instruídos a separar parte das suas terras para plantar essas árvores. A longo prazo, não teremos onde conseguir lenha ou madeira de construção se não plantarmos árvores agora. Também soubemos que existe poluição do ar devido ao trabalho nas fábricas e outras substâncias que liberam fumaça de carbono. Elas têm impacto negativo sobre o clima. Eu não sabia disso. Fiquei muito assustado. Ficamos sabendo que, se essas árvores crescerem (e você sabe que o mogno africano fica muito alto), elas irão remover carbono do ar, para nossa própria saúde, e isso é muito bom.

Apresentador: Soube que os agricultores participantes desse projeto serão pagos pelo trabalho. Por que isso acontece?

Michael Saulosi Kankondo: De fato, eu ouvi falar que todo mundo que cuidar das suas árvores vai receber alguma coisa. Isso não é diferente do que acontece na escola. Quando uma criança vai bem em uma certa matéria, essa criança recebe uma recompensa. Mas, para mim, estou muito feliz de ter encontrado o ouro que vai ajudar meus filhos no futuro. É claro que eles vão me dar dinheiro, mas ter um acre de árvores hoje em dia não é brincadeira. Nesta aldeia, ou na aldeia vizinha, quantos agricultores têm um acre de árvores de mogno africano? Nenhum. É por isso que estou dizendo que este é o meu ouro. Estou garantindo ao ICRAF e seus colaboradores que nós, como família, concentraremos muito esforço no projeto, para garantir que a maior parte das árvores sobreviva, não pelo prêmio, mas pelos meus filhos. O prêmio vem em segundo lugar. Meu objetivo é ter 100% de sobrevivência. Só estou rezando para termos boas chuvas.

Apresentador: Como você planeja usar o primeiro pagamento?

Michael Saulosi Kankondo: A primeira coisa que vou fazer é ajudar meus filhos com as necessidades da escola, como cadernos, lápis, sabão, óleo para a pele e outras coisas pequenas que eles precisam para irem felizes para a escola. Se o dinheiro der para comprar uma cabra, com certeza vou comprar.

Apresentador: O que o Sr. fará se as suas árvores não crescerem bem depois de todos os seus esforços?

Michael Saulosi Kankondo: Temos assistência do Departamento Florestal e da extensão rural e com certeza eles vão nos ajudar. Como esta é a primeira vez em que estou plantando árvores de mogno africano, não estarei sozinho em nenhum estágio da operação. Vou pedir ajuda do pessoal de extensão rural.

Intervalo musical

Apresentador: Uma das aldeias onde este projeto está sendo realizado é chefiada por uma mulher, Chinkhota. Ela também é uma das beneficiárias do projeto. Chinkhota começa aplaudindo o ICRAF e seus colaboradores pela doação das árvores.

H. Chinkhota: Estamos felizes por receber este projeto na nossa aldeia. Cada um de nós recebeu cinquenta mudas de mogno africano. Com isso, sabemos que seremos autossuficientes para lenha e madeira de construção no futuro.

Apresentador: A Sra. é a chefe desta aldeia e, por isso, tem a responsabilidade de influenciar o desenvolvimento. Que papel a Sra. terá neste projeto?

H. Chinkhota: Comecei a desempenhar meu papel no dia em que eles nos avisaram sobre o projeto. Mobilizei as pessoas para que considerassem isso seriamente. Pedi a eles que identificassem parte dos seus campos e cavassem buracos para o plantio. Eles responderam positivamente. E não vou descansar; vou monitorar cada etapa da administração dessas árvores.

Apresentador: Entendo que vocês serão pagos em certos estágios do projeto. E se outro projeto surgir posteriormente, mas sem oferecer dinheiro? Esse projeto será bem recebido?

H. Chinkhota: Sim, como líder, minha função é explicar para o meu povo os benefícios do projeto. Nesta aldeia, moldamos tijolos para escolas, hospitais e outras estruturas, sem receber pagamento. Sabemos que isso é para o nosso desenvolvimento. Por que deveríamos negar o desenvolvimento?

Apresentador: (Falando para os ouvintes) A chefe da aldeia Chinkhota afirma que vai garantir que qualquer projeto de desenvolvimento será bem-vindo na sua região, mesmo se as pessoas não receberem pagamento para participar. Os agricultores na sua região saberão como investir no plantio e cuidado de árvores e, com paciência, eles se beneficiarão após quinze a vinte anos. Enquanto isso, as árvores estarão trabalhando para o planeta, sequestrando carbono para reduzir as mudanças climáticas.

É tudo o que tenho para você hoje. Até a próxima.


Créditos:

Contribuição de Andrew Mahiyu, Associação Nacional dos Pequenos Agricultores do Maláui, parceira da Farm Radio International.

Revisão: Oluyede Ajayi, do ICRAF Maláui, e Kelsey Jack, da Universidade de Harvard.

Agradecimentos especiais a Oluyede Ajayi, do ICRAF Maláui, Kelsey Jack, da Universidade de Harvard, Andrew Msosa, do Ministério da Agricultura no distrito de Ntchisi, Dr. Brent Swallow, do ICRAF Nairóbi, e Dr. Festus Akinnifesi, do ICRAF Maláui.

Também agradecemos pelo apoio financeiro fornecido pela União Europeia, ao Programa de Ciência da Sustentabilidade da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e à Irish Aid, por apoiar algumas das atividades do projeto em Ntchisi e no Maláui.

Fontes de informação:

Os nomes comuns para Khaya nyasica incluem:

  • Bemba: mululu, mushikishichulu
  • Chichewa: M’bawa
  • Inglês: African mahogany, East African mahogany, Mozambique mahogany, Nyasaland mahogany, red mahogany
  • Francês: acajou africain, acajou d’Afrique, acajou de Côte d’Ivoire, acajou du Mozambique
  • Hausa: madachi
  • Igbo: ono
  • Suaíli: mkangazi
  • Moçambique: umbaua, mbaua
  • Nyanja: mbawa, mlulu
  • Yorubá: oganwo

A Rádio Rural Internacional (Farm Radio International) é uma organização canadense sem fins lucrativos dedicada a apoiar emissoras de rádio em países em desenvolvimento para fortalecer comunidades rurais e a agricultura em pequena escala.

Segundo a organização, o material da Rádio Rural Internacional pode ser copiado ou adaptado para distribuição gratuita ou a preço de custo, com crédito para a Rádio Rural Internacional e para as fontes originais.

Esta versão em português é um trabalho voluntário, independente da organização e oferecido gratuitamente para as emissoras de rádio dos países de língua portuguesa. O texto foi traduzido para o português do Brasil, mas pode ser adaptado com facilidade para o português falado em outras partes do mundo (para dúvidas sobre os termos empregados, utilize o formulário de contato em https://radioruralportugues.wordpress.com/creditos-e-contato/).

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